O senador Rogério Marinho (PL-RN) prestou homenagem ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que fugiu para os Estados Unidos após o resultado do 2º turno das eleições presidenciais, em que foi derrotado.
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A declaração aconteceu durante reunião do PL (Partido Liberal), nesta quarta-feira (4), para discutir a candidatura do partido à Presidência do Senado. Durante o encontro, o aliado anunciou que disputará o comando da Casa, mas afirmou que outros integrantes da sigla também poderão concorrer.
Em pronunciamento aos aliados, Marinho afirmou que Flávio tomou uma “decisão difícil” ao deixar o país com a família. O líder da oposição descreveu o senador como “um jovem desprendido”, que abriu mão de uma candidatura praticamente assegurada ao Senado pelo Rio de Janeiro para disputar a Presidência da República.
Segundo o senador, Flávio recebeu mais de 3.000 ameaças de morte ou agressão física durante a campanha, e também afirmou que o filho do ex-presidente foi alvo de uma reação desproporcional da Polícia Federal, cerca de 7 minutos depois da confirmação do resultado eleitoral, em um processo que classificou como “enviesado”.
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Marinho declarou que Flávio levou em consideração a situação do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está preso, a condição do irmão, Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que está fora do país, e “a situação do país nos últimos 4 anos” para decidir deixar o Brasil.















