Câncer de próstata pode avançar sem sintomas; veja 5 alertas que todo homem precisa conhecer

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O câncer de próstata é o tumor mais frequente entre os homens brasileiros, ficando atrás apenas do câncer de pele não melanoma. Um dos maiores perigos da doença é que ela costuma evoluir silenciosamente nas fases iniciais. Quando identificada precocemente, porém, as chances de cura podem ultrapassar 90%. Por isso, conhecer os fatores de risco e conversar com um urologista sobre os exames preventivos pode fazer toda a diferença.

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Um dos principais pontos é que o rastreamento não depende exclusivamente do temido exame de toque retal. A avaliação também pode envolver o teste de sangue PSA, ressonância magnética multiparamétrica e, quando necessário, biópsia. Outro alerta importante: não apresentar sintomas não significa estar livre da doença. Dificuldade para urinar, sangue na urina e dores ósseas podem aparecer em fases mais avançadas, quando as possibilidades de tratamento curativo são menores.

Também é preciso entender que PSA elevado não significa necessariamente câncer. Inflamações, infecções e até traumas podem alterar o resultado, por isso o médico precisa avaliar o histórico e a evolução dos exames. Além disso, o tratamento pode provocar efeitos na vida sexual e no controle urinário. Dependendo das características do tumor, técnicas como cirurgia robótica e laparoscopia podem ajudar a preservar estruturas próximas à próstata e favorecer a recuperação dessas funções.

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Por fim, a idade não é o único fator de risco. A probabilidade aumenta com o envelhecimento, mas histórico familiar, obesidade, hipertensão, sedentarismo, exposição a determinados agentes químicos e ascendência afrodescendente também estão associados à doença. A recomendação apresentada na reportagem é conversar com o urologista sobre o rastreamento anual a partir dos 50 anos, ou dos 45 para homens negros e aqueles com histórico familiar. A avaliação deve considerar as características e os riscos individuais de cada paciente.