Galvão Bueno surpreende ao retomar fala sobre próxima Copa do Mundo

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Galvão Bueno segura réplica da taça da Copa e admite: “Se eu estiver inteiro, eu faço” em referência ao Mundial de 2030. (Foto: Instagram)

Galvão Bueno, de 76 anos, surpreendeu o público ao voltar a comentar sobre a próxima Copa do Mundo, marcada para 2030, durante entrevista ao programa The Noite, do SBT, apresentado por Danilo Gentili. Reconhecido como um dos maiores narradores esportivos do país, ele encerrou recentemente sua participação na Copa de 2026 e, mesmo diante das especulações sobre o futuro, admitiu que não descarta retomar o comando das transmissões no Mundial de 2030 caso esteja em condições físicas e emocionais para isso. A declaração causou surpresa, já que o próprio locutor havia sinalizado aposentadoria das narrações do torneio após 2026.

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Questionado especificamente sobre a edição de 2030, Galvão Bueno respondeu de forma sincera: “Está todo mundo falando tanto disso que, se eu estiver inteiro, eu faço.” A frase ganhou repercussão porque, antes da Copa de 2026, o narrador havia afirmado que aquele seria seu último Mundial à frente das transmissões, citando a idade – atualmente 76 anos – como fator determinante para qualquer decisão profissional a partir de então. A mudança de tom indica que ele reconsidera os planos de deixar definitivamente o principal torneio de seleções do futebol mundial.

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A trajetória de Galvão nas Copas do Mundo é histórica. Ao longo de quatro décadas de carreira, ele participou de 14 edições do torneio, sendo a voz de gerações de torcedores brasileiros em momentos inesquecíveis. Além das narrações de Mundiais, o comunicador também marcou presença em 11 edições dos Jogos Olímpicos, consolidando-se como referência na cobertura esportiva nacional e internacional. Sua voz se tornou ícone de conquistas e emoções, carregando consigo a memória de grandes feitos do esporte brasileiro e mundial.

Durante a entrevista, Gentili convidou o narrador a relembrar alguns dos principais momentos de sua jornada profissional. Galvão destacou, entre outros, a conquista do tetracampeonato da Seleção Brasileira em 1994, o primeiro título de Ayrton Senna na Fórmula 1, em 1988, e a histórica conquista da primeira medalha de ouro olímpica feminina do Brasil. Essas lembranças reforçam o legado do narrador, que esteve presente em episódios emblemáticos do esporte e contribuiu para eternizar na memória do público cada vitória e cada feito.

Antes do Mundial de 2026, Galvão Bueno havia declarado que não pretendia narrar a edição seguinte, projetada para 2030, mas admitiu que continuaria ligado ao futebol em outras funções, como apresentador ou comentarista. Com quatro anos de intervalo até o próximo torneio, o narrador mantém o futuro em aberto, aguardando o momento certo para decidir se retornará às cabines de narração. Até lá, o país segue acompanhando atentamente cada passo do veterano profissional.