Mila Seidl, esposa de Lito Sousa, voltou a falar sobre a autorização para importar o ALN-6457, medicamento experimental que será utilizado no tratamento da doença de Creutzfeldt-Jakob.
Em meio aos rumores, a empresária negou qualquer favorecimento e afirmou que o caminho percorrido pela família está previsto nas regras para uso compassivo de medicamentos. “Isso não é uma regalia nossa. É um direito de qualquer pessoa que está numa situação semelhante. A dificuldade é que essas informações não são claras”, declarou.
“A gente apresentou bastante documentação, estava bem robusto. Eu me preparei bastante. A gente estava bem munido com os documentos que a farmacêutica passou, com os exames, com tudo científico mesmo”, contou a esposa de Lito Sousa.
O processo de importação foi apresentado formalmente pelo Einstein Hospital Israelita, onde Lito Sousa costumava ser acompanhado. Antes de recorrer ao uso compassivo, no entanto, a família tentou incluir o influenciador em um estudo experimental, mas não avançou porque, segundo Mila, não havia mais vagas.
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“A gente participou dos estudos e foi negado. Não porque ele não preenchia os requisitos, mas porque estava tudo fechado. Então, a gente seguiu para outro caminho, que é o uso compassivo do medicamento”, afirmou Seidl.


















