
Chico Pinheiro comemora fim da 12ª sessão de quimioterapia no HCor (Foto: Instagram)
Aos 73 anos, o jornalista Chico Pinheiro celebrou a conclusão da 12ª e última sessão de quimioterapia para tratar um câncer de intestino, na última sexta-feira (18), no Hospital do Coração (HCor), em São Paulo. Ele compartilhou nas redes sociais imagens do momento em que tocou o sino que simboliza o término do tratamento, cercado pela equipe médica que o acompanhou. O oncologista Fernando Maluf anunciou que os exames realizados após a última aplicação de quimioterapia não apontam a presença de tumores, indicando ausência de evidência da doença e trazendo grande alívio ao comunicador e a seus familiares.
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O diagnóstico da doença foi confirmado em maio, a partir de uma colonoscopia de rotina. Antes de iniciar o protocolo de quimioterapia, Chico Pinheiro passou por duas cirurgias no mesmo hospital: a primeira para retirar o tumor identificado, a segunda para reparar uma aderência intestinal que surgiu como complicação. Após a recuperação dos procedimentos, iniciou-se o tratamento complementar, formado por 12 sessões de quimioterapia, concluídas neste fim de semana. O cronograma foi cuidadosamente discutido entre o jornalista e a equipe de oncologia do HCor.
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Em mensagem publicada em suas redes, o apresentador agradeceu a todos os profissionais que participaram de cada etapa de seu tratamento e compartilhou aprendizados adquiridos durante a jornada. “O importante é ser ‘paciente’ e não desistir nunca. O que a vida quer da gente é coragem!”, escreveu Chico Pinheiro, que destacou ainda a dimensão humana da experiência: “Eu tenho uma experiência muito rica aqui, acho que melhor do que curar a doença foi aprender”. A declaração emocionou seguidores e reforçou a força do humor e da resiliência em momentos desafiadores.
Além de expressar gratidão, Chico aproveitou para defender o fortalecimento do acesso à colonoscopia por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), ressaltando que a ampliação desse exame preventivo pode acelerar o diagnóstico de casos iniciais de câncer de intestino e aumentar as chances de cura. Seu posicionamento ganhou apoio de profissionais da área de saúde, que reforçam a importância da detecção precoce. O comunicador enfatizou que, ao democratizar o acesso ao exame, o SUS teria potencial de reduzir o número de casos avançados da doença.
Apesar dos resultados positivos, o jornalista seguirá em acompanhamento médico regular para acompanhar sua recuperação e garantir a estabilidade dos resultados. As consultas futuras envolverão exames de imagem e avaliações clínicas periódicas, conforme definido pelo oncologista responsável.






