O MPE (Ministério Público Eleitoral) protocolou uma ação no TRE-RJ (Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro) pedindo pelo indeferimento do registro de candidatura de Anthony Garotinho (Republicanos), ao governo do Rio de Janeiro nas eleições de 2026.
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De acordo com o documento, assinado pelo procurador regional eleitoral Flávio Paixão de Moura Júnior, Garotinho não pode concorrer ao pleito por estar com os direitos políticos suspensos pelo período de 8 anos por uma condenação judicial por improbidade administrativa.
De forma prática, a suspensão significa que Garotinho não pode disputar eleições, filiar-se a partidos ou ter sua candidatura aprovada. Como o processo chegou ao fim em julho de 2025, o prazo de 8 anos começou a contar a partir desta data.
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Em tempo, Garotinho foi condenado por improbidade administrativa em 2005, e o esgotamento de seus recursos de defesa foi declarado em 2018. No entanto, o cumprimento de sentença foi determinado apenas em agosto de 2026. O crime foi cometido em 2005 e 2006, período no qual Garotinho era secretário de Estado de Governo do Rio de Janeiro e sua mulher, Rosinha Garotinho (MDB), era governadora. Garotinho foi condenado pelo envolvimento em um esquema de desvios de verbas públicas no programa “Saúde em Movimento” e na contratação irregular da Fundação Pró-Cefet.












