
Jordan Lima desabafa sobre trauma após sequestro e faz alerta sobre privacidade (Foto: Instagram)
Após retornar à sua residência na madrugada, o influenciador Jordan Lima usou as redes sociais para relatar o trauma de ter sido sequestrado em Manaus. Ele contou que, desde o ocorrido, enfrenta dificuldades para dormir e chegou a acreditar que não sobreviveria àquela noite de terror. Em sua primeira manifestação pública após o resgate, agradeceu as mensagens de apoio e comentou o impacto emocional não só em si, mas também em sua família.
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De acordo com a Polícia Militar, o incidente ocorreu na noite de quarta-feira (16), no bairro Novo Aleixo, Zona Norte de Manaus. Um grupo de homens armados invadiu a casa de Jordan, o forçou a entrar em um veículo e o manteve em cativeiro em local não divulgado por cerca de quatro horas. Quando reapareceu, sozinho, ele apresentava escoriações pelo corpo e retornou imediatamente ao lar, visivelmente abalado.
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Dois dias após o sequestro, na sexta-feira (18), Jordan voltou a se pronunciar e compartilhou fotos das marcas provocadas pelos suspeitos. Segundo ele, todo o episódio gerou profundo abalo na família: a mãe chegou a passar mal diante da angústia provocada pelo desaparecimento. Ao relembrar as horas em poder dos criminosos, revelou que, por diversas vezes, julgou não conseguir voltar vivo para casa. “Eu realmente por várias vezes pensei que não voltaria vivo para ver minha mãe e minha família”, escreveu.
Em pedido endereçado aos seguidores, o influenciador pediu respeito diante do ocorrido e solicitou que ninguém o trate como motivo de piada ou comentário jocoso. Jordan admitiu que o sono continua comprometido e que tem recorrido a medicamentos para tentar descansar. Ele também revelou que, ao ver as próprias fotografias mostrando os ferimentos, ainda se emociona e se vê tomado pelo desespero.
Por fim, Jordan Lima destacou a necessidade de cautela ao expor dados pessoais e permitir a aproximação de desconhecidos. Ele reconheceu manter uma relação de confiança com certas pessoas, mas agora considera a hipótese de que informações sobre sua rotina tenham sido repassadas aos sequestradores. “Não confiar em qualquer pessoa, às vezes nem em quem dorme ao seu lado”, alertou, asseverando que a experiência mudará definitivamente sua relação com a própria privacidade.






