
Clarice Cardoso durante depoimento e imagem de Ágatha Isabelly e Allan Michael (Foto: Instagram)
Nesta sexta-feira (18), um novo capítulo foi escrito na busca por Allan Michael, de 4 anos, desaparecido em Bacabal, no Maranhão desde 4 de janeiro de 2026. As expectativas se renovaram após a localização de um menino na Flórida, Estados Unidos, e a possibilidade de identificação por semelhanças físicas nas imagens que circularam nas redes sociais. Familiares aguardavam o desfecho do exame para confirmar se a criança encontrada era o garoto sumido no interior maranhense.
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Clarice Cardoso, mãe de Allan, foi convocada a fornecer material genético para comparação com o menino localizado nos Estados Unidos. A coleta do DNA aconteceu cerca de dez dias antes do anúncio oficial do resultado, realizado pelo programa Cidade Alerta, da Record TV. O laudo concluiu que a criança resgatada na Flórida não é Allan Michael, encerrando a expectativa de reencontro imediato.
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Para viabilizar a comparação genética, foi necessário utilizar o material da mãe, já que Allan e a irmã dele, Ágatha Isabelly, de 6 anos, não possuem registros biométricos. A confirmação do resultado era essencial para transformar as semelhanças percebidas em provas oficiais que pudessem validar a identidade da criança encontrada no exterior.
Antes de saber o resultado, Clarice comentou à Record TV sobre as características faciais do garotinho visto nas imagens, que lembravam seu filho. A mãe, embora otimista, ressaltou que apenas o exame de DNA poderia fornecer uma resposta definitiva. O menino foi um dos 163 menores encontrados nas investigações realizadas pelas autoridades americanas na Flórida, grupo que incluía crianças e adolescentes de diferentes nacionalidades, com idades entre dois meses e 17 anos.
Allan Michael e Ágatha Isabelly desapareceram juntos em 4 de janeiro de 2026. Na mesma época, o primo Anderson Kauã, que também estava sumido, foi localizado três dias depois e devolvido à família. Em setembro, a advogada Nathaly Moraes informou que a Interpol ofereceu recursos de cooperação internacional para contribuir nas buscas, permitindo ações adicionais caso as crianças estejam fora do Brasil.
Apesar do resultado negativo do exame, as autoridades maranhenses garantem que as investigações continuam sob sigilo de Justiça. A Secretaria de Estado da Segurança Pública do Maranhão mantém as buscas ativas e pede que qualquer informação relevante seja encaminhada pelo telefone 190 ou pelo Disque-Denúncia, no número 181. A família segue na esperança de receber novas pistas sobre o paradeiro de Allan e Ágatha.






