Empresário denuncia o próprio filho por suposta agressão à nora

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Empresário denuncia filho por agressão à nora em Garanhuns (Foto: Instagram)

O empresário Fábio Couto, residente em Garanhuns (PE), formalizou uma denúncia contra o próprio filho, Neto Couto, por uma suposta agressão praticada contra a esposa dele, de 23 anos. Preocupado com a integridade da nora e de sua neta de 11 meses, ele providenciou a saída das duas da cidade e contratou segurança particular para acompanhá-las. A investigação do caso está a cargo da Delegacia da Mulher de Garanhuns.

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Em um vídeo publicado nas redes sociais, Fábio Couto detalhou às autoridades o ocorrido. Ele afirmou que teve conhecimento das agressões contra a parceira de seu filho e, indignado, decidiu tornar o episódio público para cobrar providências legais. A jovem, segundo ele, é mãe de um bebê de 11 meses e relatou também ter sofrido ameaças e perseguições antes de buscar auxílio.

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Ainda de acordo com o relato do pai, a família custeia, por meio de segurança particular, toda a proteção necessária para garantir a segurança da nora e da criança. Além disso, foi registrada uma medida protetiva contra o investigado, conforme informações apresentadas no boletim de ocorrência. Fábio disse que a jovem chegou a relatar perseguições antes de deixar Garanhuns.

“É um absurdo o que aconteceu. Uma criança de apenas 11 meses, que é minha neta, e uma menina de 23 anos, que é minha nora, estarem passando por tudo isso. Gravei esse depoimento para que as autoridades policiais tomem conhecimento e providências”, afirmou o empresário em seu pronunciamento.

Ao expor publicamente o caso, Fábio Couto deixou claro que, apesar de manter o laço familiar, não aceita a conduta atribuída ao filho e exige que a situação seja esclarecida. Ele também solicitou que órgãos competentes apurem os fatos e adotem as medidas legais cabíveis para garantir justiça e proteção às vítimas.

A repercussão do caso ganhou força nas redes sociais justamente pelo posicionamento do patriarca, que enfatizou a gravidade das acusações e defendeu que o processo siga seu curso legal sem qualquer tipo de relativização, ressaltando a necessidade de responsabilização do suspeito.