
Operação Ponto Crítico VII: policiais civis conduzem suspeito algemado em bairro do Pará (Foto: Instagram)
Na quinta-feira (20), a Polícia Civil do Pará deflagrou a sétima fase da Operação Ponto Crítico, cumprindo mais de 100 mandados de busca e prisão em 74 municípios do estado. Ao menos 40 pessoas foram detidas em áreas urbanas e rurais visadas pela ação, que tem como objetivo desarticular organizações criminosas envolvidas em extorsão, tráfico de drogas e homicídios em diversos pontos do Pará.
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A operação mobilizou mais de 400 policiais e concentrou esforços nos polos populacionais mais críticos do estado. Em Castanhal, 16 suspeitos foram presos; em Parauapebas, 15; e em Marabá, 13. Ocorreram ainda detenções no oeste paraense e em outras localidades de menor porte, totalizando as 40 prisões confirmadas até o momento.
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O delegado Hennison Jacob, responsável pela Diretoria de Polícia do Interior, destacou que a ação foi orientada para regiões com elevados índices de criminalidade, tendo a extorsão como um dos alvos centrais. Durante as buscas, as equipes apreenderam mais de dois quilos de entorpecentes, três veículos e aproximadamente 50 munições de diferentes calibres. As investigações permanecem em curso para identificar toda a rede de crimes.
Em paralelo, outra operação da Polícia Civil do Pará resultou na prisão de seis indivíduos vinculados a uma facção criminosa originária do Rio de Janeiro, acusada de expandir sua atuação para o estado. Os mandados, cumpridos na quarta-feira (19), foram direcionados a endereços em Belém, Castanhal, Augusto Corrêa, Ipixuna do Pará e no distrito de Marudá, em Marapanim, e contaram com o apoio de equipes especializadas em inteligência policial.
Durante as ações, um dos suspeitos chegou a disparar contra os agentes, vindo a ser alvejado durante a troca de tiros e não resistiu aos ferimentos. Segundo relato policial, os detidos estariam envolvidos na coordenação de atividades violentas pelo estado, incluindo o tráfico de drogas, assassinatos e extorsão a comerciantes locais.
As prisões foram complementadas por mandados de busca e apreensão em imóveis ligados aos investigados, com o objetivo de recolher provas adicionais sobre a atuação da facção. As apurações seguem em andamento para aprofundar o entendimento das relações entre esses grupos, permitindo o mapeamento da cadeia de comando e o bloqueio de novas práticas criminosas no Pará.






