O norte-americano Mark Redwine foi condenado a 48 anos de prisão pelo assassinato do próprio filho, Dylan Redwine, de 13 anos, ocorrido em 2012, no Colorado, nos Estados Unidos. Segundo a acusação, o crime aconteceu após uma discussão provocada pela descoberta de fotografias em que o pai aparecia usando um sutiã vermelho. Mark foi considerado culpado por homicídio em segundo grau e abuso infantil com resultado em morte.
O adolescente estava passando uma temporada na residência do pai, localizada ao norte do Lago Vallecito, quando desapareceu. Inicialmente, Mark afirmou às autoridades que havia saído para trabalhar e que, ao retornar para casa, não encontrou mais o filho.
Durante o julgamento, os promotores apresentaram uma versão diferente. Segundo a acusação, Dylan havia encontrado fotografias do pai usando roupas femininas, o que teria provocado um desentendimento entre os dois. Os investigadores sustentaram que a discussão terminou com a morte do adolescente.
Parte dos restos mortais de Dylan foi localizada em junho de 2013, a aproximadamente 16 quilômetros da casa do pai. Meses depois, caminhantes encontraram o crânio do adolescente em outra área da região. A descoberta contribuiu para o avanço da investigação sobre o desaparecimento.
No julgamento, a promotoria apresentou as fotografias como parte de sua explicação para o crime. Segundo os promotores, o adolescente poderia ter confrontado o pai sobre as imagens, desencadeando uma reação violenta. Essa foi a hipótese sustentada pela acusação, e não um motivo estabelecido de forma independente.
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Mark foi considerado culpado em julho de 2021. Em outubro do mesmo ano, recebeu a pena de 48 anos de prisão pelos crimes de homicídio em segundo grau e abuso infantil com resultado em morte.
Durante a sentença, o juiz Jeffrey Wilson destacou a postura do condenado ao longo do processo e afirmou que ele demonstrou “total falta de remorso por seu comportamento criminoso”. Mark, que manteve sua declaração de inocência, não se pronunciou durante a audiência.













