
Polícia prende suspeito de estupro em Maricá (RJ) (Foto: Instagram)
Em Maricá (RJ), a Polícia Civil prendeu Carlos Alberto Ribeiro, de 61 anos, na última quinta-feira (03), sob suspeita de envolvimento em um caso de estupro contra uma jovem. O mandado de prisão preventiva foi cumprido no bairro Vale da Figueira, próximo à entrada de Ponta Negra, onde agentes localizaram e detiveram o suspeito após investigação inicial apontar seu possível envolvimento no crime.
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De acordo com o inquérito policial, o episódio ocorreu na tarde de 23 de junho, quando a jovem retornava da escola. O suspeito teria a abordado armado com uma faca, feito ameaças e a conduzido até um prédio em construção às margens da estrada. Ainda segundo o relato da vítima, Carlos Alberto obrigou-a a se manter próxima a ele até que surgisse uma oportunidade de fuga.
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Durante o depoimento, a jovem contou que, para ganhar tempo, fingiu obedecer ao criminoso até que percebeu um momento em que ele se dispersou. Ela conseguiu correr em direção à via pública e pediu socorro a transeuntes. Enquanto isso, o suspeito abandonou o local e se refugiou em uma área de vegetação próxima, dificultando sua localização imediata pelas equipes policiais.
A investigação foi conduzida pela 82ª Delegacia de Polícia (DP) de Maricá, que reuniu provas testemunhais e periciais antes de solicitar o mandado de prisão preventiva. Durante as diligências, os agentes cruzaram informações sobre o paradeiro de Carlos Alberto até chegar ao endereço onde ocorreu a detenção, garantindo o cumprimento da ordem judicial.
Em julho, conforme as apurações avançaram, surgiram indícios de que o suspeito tentou contatar a vítima para convencê-la a retirar a queixa. Nesse novo inquérito, a jovem relatou que ele se apresentou, confessou ser autor do crime e fez ameaças para que ela não prosseguisse com a acusação. Diante desses fatos, a polícia também passou a investigar o possível crime de coação de testemunha.
Com base nos depoimentos e elementos coletados, a Justiça atendeu ao pedido da Polícia Civil e converteu a prisão em flagrante em preventiva. Carlos Alberto Ribeiro permanece detido à disposição do sistema prisional enquanto as investigações seguem em curso.






