O cabeleireiro Robson Souza e seu salão, Creative Beauty, entraram com um processo contra a influenciadora Malévola Alves devido a uma polêmica relacionada a um procedimento capilar realizado na famosa. A ação foi registrada no dia 4 deste mês.
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Para quem não se recorda, em abril, Malévola passou por uma transformação visual, mas reclamou do valor cobrado pelo serviço. Segundo ela, o orçamento inicial era de aproximadamente R$ 2,8 mil, mas a fatura chegou a R$ 6 mil após procedimentos que ela alega não ter solicitado ou combinado. O profissional, por sua vez, argumentou que o preço refletia as cerca de dez horas de trabalho e os serviços realizados e aprovados durante o atendimento.
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O QUE DIZ A AÇÃO CONTRA MALÉVOLA
Nos documentos aos quais a coluna teve acesso, os autores alegaram que, ao contrário do que foi dito publicamente, a influenciadora foi previamente informada sobre todos os procedimentos realizados e seus respectivos custos. Eles afirmaram que, após o atendimento, Malévola usou suas redes sociais para expressar sua insatisfação, acusando-os de cobrar valores acima do esperado.
Eles a acusaram de exceder os limites da crítica ao chamar Robson de “golpista”, “mafioso” e “ladrão”. Destacaram que, além disso, a influencer acusou o estabelecimento de “golpe e extorsão”.
PROTESTO E AMEAÇAS
Robson e o salão relataram que Malévola chegou a levar um grupo de pessoas, incluindo seguranças particulares, para um “protesto” na porta do local. Eles afirmaram que, por medo de agressões, funcionários chegaram a se esconder.
Os autores disseram, ainda, que Malévola fez ameaças públicas, afirmando que “acabaria com a raça” do profissional e que “quebraria o salão”. Eles declararam ter sido alvos de uma campanha de hostilização e execração pública.
PREJUÍZOS
O cabeleireiro e o salão de luxo argumentaram que o episódio resultou em um prejuízo empresarial significativo.
Expuseram que o ocorrido levou ao cancelamento de agendamentos, afastou novos clientes, atraiu uma onda de ataques e chegou a provocar a restrição temporária de seu contato comercial no Whatsapp. As perdas também teriam afetado o faturamento.
PEDIDOS À JUSTIÇA
Robson Souza e o Creative Beauty solicitaram uma liminar para que Malévola seja proibida de citá-los ou mencioná-los e visando a remoção imediata de todas as publicações em que faça referência a eles e ao ocorrido.
Os autores pediram uma indenização por danos morais de, no mínimo, R$ 50 mil para cada um, totalizando R$ 100 mil. Pleitearam, também, o pagamento de indenização por danos materiais, em valor a ser apurado após eventual sentença condenatória.
Os referidos danos materiais seriam referentes aos lucros cessantes, isto é, os ganhos que o empreendimento teria deixado de receber por conta dos fatos.



















