Um hábito aparentemente inofensivo pode estar confundindo o cérebro justamente na hora em que ele deveria desacelerar. Segundo a psicóloga Meghan Eberle, diretora de Saúde Comportamental Integrada da Ovatient, muitos trabalhadores que atuam de casa acabam usando a própria cama como escritório. O problema é que essa associação pode fazer o cérebro relacionar o quarto ao estado de alerta e produtividade, dificultando o momento de pegar no sono.
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A especialista explica que pessoas que conseguem manter uma rotina produtiva costumam dar atenção aos horários de descanso. Entre os hábitos destacados estão dormir e acordar em horários regulares, evitar telas entre 30 e 60 minutos antes de deitar e apostar em meditação ou outras técnicas de relaxamento. A regularidade ajuda a organizar o relógio biológico, enquanto reduzir a exposição às telas pode facilitar a preparação do organismo para o sono.
Outro ponto importante é a cafeína. A recomendação apresentada é interromper o consumo entre seis e oito horas antes de dormir, já que a substância pode permanecer no organismo por bastante tempo e prejudicar o sono profundo. O ambiente também faz diferença: um quarto escuro, silencioso e fresco cria condições mais favoráveis para o descanso e para a liberação de melatonina.
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A publicação também chama atenção para hábitos que podem atrapalhar a noite, como comer ou consumir álcool pouco antes de ir para a cama. Segundo as informações apresentadas, essas práticas podem manter a digestão ativa e prejudicar o sono REM, uma das fases importantes para a recuperação do organismo. Pequenas mudanças na rotina noturna, portanto, podem ajudar a separar de vez o momento de trabalhar do momento de descansar.














