PM revela frieza ao matar suspeito com dez tiros: ‘Esse aí já era’

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Revólver Taurus .38 apreendido com suspeito durante ação policial em Itaquaquecetuba (Foto: Instagram)

Imagens de câmeras corporais de um policial militar mostraram o momento em que cerca de dez tiros foram disparados contra um suspeito de assalto em uma empresa de processamento de cobre em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo, na tarde de sexta-feira (31). Após os disparos, o agente se aproxima do corpo e dispara: “Esse aí já era”. O caso foi divulgado neste domingo (2) e segue sob investigação.

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Segundo a Polícia Militar, o ataque envolveu dez criminosos que invadiram o estabelecimento fingindo ser policiais civis. Ao renderem os funcionários, anunciaram o roubo do material de cobre armazenado no local. A ação, entretanto, foi frustrada após funcionários acionarem o Centro de Operações 190, que mobilizou equipes do 35º Batalhão. Quatro militares entraram na unidade e iniciaram a abordagem, resultando em troca de tiros.

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O vídeo captado pela câmera acoplada ao policial revela o instante exato dos disparos. Em um dos setores da empresa, os PMs encontram Mayk de Lima Bento vestindo uma touca ninja e disparam repetidamente até derrubá-lo. Logo depois, um dos agentes se aproxima, verifica que não há movimento e pronuncia a frase que repercutiu: “Esse aí já era”.

Com o suspeito, a corporação apreendeu um revólver calibre .38, que, de acordo com o registro da ocorrência, não foi disparado. Outros integrantes da quadrilha também portavam um segundo revólver .38 e uma pistola 9 mm. Conforme a perícia inicial, nenhuma das armas em posse dos assaltantes chegou a ser utilizada durante a tentativa de roubo.

Ainda conforme o boletim, um segundo suspeito foi atingido na região do calcanhar, mas conseguiu escapar pulando um muro. Ele foi localizado e detido posteriormente. Nenhum material da empresa chegou a ser levado pelos criminosos, que tiveram a ação neutralizada pelas equipes do 35º Batalhão antes de consumarem o roubo.

O caso está registrado em boletim de ocorrência e será analisado pelas autoridades competentes. As imagens das câmeras corporais serão avaliadas para determinar se a força aplicada pelos agentes foi proporcional à ameaça apresentada e se os procedimentos adotados na operação seguiram os protocolos da Polícia Militar.