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Renan Santos comenta ameaça de prisão contra Wesley Safadão

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Renan Santos durante entrevista ao Bacci Notícias sobre o uso político de shows pagos com recursos públicos. (Foto: Instagram)

Renan Santos durante entrevista ao Bacci Notícias sobre o uso político de shows pagos com recursos públicos. (Foto: Instagram)

Em entrevista exclusiva ao Bacci Notícias nesta quinta-feira (9 de abril de 2026), o pré-candidato à Presidência da República pelo Partido Missão, Renan Santos, defendeu a investigação do uso político de shows custeados por prefeituras em todo o país. Ele ressaltou que artistas convidados para esses eventos podem estar envolvidos em esquemas que beneficiam gestores locais, caso haja indícios de promoção eleitoral indevida.
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O pré-candidato explicou ter citado o cantor Wesley Safadão apenas como exemplo ao abordar emendas parlamentares durante sua fala, sem acusar diretamente o artista. Renan afirmou que sua preocupação é garantir uma apuração mais rigorosa sobre recursos públicos destinados a eventos culturais, evitando que se transformem em palanque político.
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Renan Santos destacou que “as emendas brasileiras são utilizadas pra compra de votos e artistas entram nesse esquema”. Ele criticou especialmente as chamadas “emendas PIX”, que permitem transferências diretas de verba da União a estados e municípios, pois, segundo ele, gestores podem empregar esses valores em festas e shows que reforçam a imagem de autoridades locais.

Na visão do pré-candidato, os eventos bancados com dinheiro público geram visibilidade e capital político a prefeitos e lideranças regionais. Renan também apontou que, em determinados cenários, há proximidade excessiva entre artistas e agentes públicos, o que demanda maior atenção dos órgãos de controle para coibir o uso indevido desses recursos.

Embora defenda uma investigação severa, Renan Santos esclareceu que não pretende responsabilizar ninguém de forma automática. Para ele, é fundamental adotar critérios objetivos, embasar as apurações em legislação clara e assegurar amplo direito de defesa aos envolvidos, a fim de confirmar ou afastar suspeitas de irregularidade.

O ponto central, conforme o pré-candidato, é garantir transparência e assegurar a aplicação correta do dinheiro público. Ele concluiu que, diante de eventuais indícios de desvio para fins eleitorais, as autoridades competentes devem agir com rigor para preservar a lisura dos processos democráticos.

Irmão da empresária morta com moedas na boca deseja sofrimento ao autor do crime

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Irmão de Bárbara desabafa e clama por justiça após assassinato (Foto: Instagram)

Irmão de Bárbara desabafa e clama por justiça após assassinato (Foto: Instagram)

O irmão de Bárbara Denise Folha de Oliveira desabafou com emoção sobre o alerta que a família havia feito em relação ao comportamento agressivo do suspeito, ex-companheiro da empresária. Segundo ele, a família já tinha demonstrado preocupação e reforçado que ela considerasse deixar o apartamento e buscar refúgio junto a amigas, mas Bárbara acreditava que nada grave ocorreria. A tragédia, contudo, acabou se consumando em janeiro e deixou todos devastados.

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A empresária foi assassinada pelo ex-companheiro, Manoel Ferro de Melo, dentro do apartamento dela no bairro Samaritá, em São Vicente. A descoberta do corpo ocorreu em 20 de janeiro, quando a mãe de Bárbara, acompanhada do neto de 14 anos, entrou no imóvel e se deparou com a cena. Ao tomar conhecimento da morte, o irmão da vítima expressou o desejo de que o autor do crime sofra intensamente, demonstrando a dor e o sentimento de impotência da família.

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Dois dias após o crime, Manoel foi detido na capital paulista e, em seu depoimento, admitiu o assassinato. Ele relatou ainda que colocou moedas nos olhos de Bárbara com base em uma crença simbólica relacionada a Caronte, o barqueiro da mitologia grega que conduz as almas ao mundo dos mortos. Segundo o acusado, outros valores monetários espalhados pelo corpo teriam sido motivados por comentários anteriores da ex-parceira sobre dinheiro e tranquilidade.

Em entrevista ao portal Bacci Notícias, o irmão declarou: “Sofrer ainda é pouco para ele. Sofrer muito, muito… não só nesta vida, mas nas próximas também. Queremos que ele pague por tudo que fez com ela, com a nossa família e com o filho dele.” Ele reforçou que não faltaram avisos sobre os riscos, mas Bárbara, otimista por natureza, garantia que o ex-companheiro não chegaria a tanto.

Na véspera do crime, a família tentou convencer a empresária a sair de casa e se abrigar em apartamento de amigas, mas ela manteve sua postura confiante. O irmão lamentou a sensação de culpa pela impossibilidade de chegar ao local devido aos fortes alagamentos que atingiram a região naquele dia. “Foi impossível intervir com aquela chuva torrencial”, disse ele, ressaltando o arrependimento coletivo.

Para além da dor, o irmão prefere lembrar das qualidades de Bárbara: educada, articulada e gentil, ela ajudava a cuidar dele quando criança e compartilhava seus conhecimentos com todos ao redor. Criada por uma mãe dedicada, ela sempre demonstrou otimismo, acolhimento e empatia. Agora, a família busca conforto nas memórias e na esperança de justiça, enquanto aguarda o desfecho das investigações sobre a morte trágica na Baixada Santista.

Certidão de óbito de ‘Sicário’ de Vorcaro é divulgada e detalhe chama atenção

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Certidão de óbito de Luiz Phillipi “Sicário” Mourão permanece sem causa definida (Foto: Instagram)

Certidão de óbito de Luiz Phillipi “Sicário” Mourão permanece sem causa definida (Foto: Instagram)

A certidão de óbito de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário” e apontado como braço direito do empresário Daniel Vorcaro, não apresenta a causa do falecimento. O documento, obtido com exclusividade pelos jornalistas Igor Gadelha e Gustavo Zucchi, limita-se a informar que o motivo da morte está “aguardando exames”. Até o momento, a Polícia Federal sustenta que Mourão teria tentado suicídio enquanto estava preso, fato que teria desencadeado o protocolo de socorro.

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Conforme o registro oficial, Mourão morreu em 6 de março, mas o cartório só lançou a certidão no dia 7. No campo destinado à causa mortis, consta apenas que o diagnóstico definitivo depende de laudos periciais posteriores. Nos bastidores, o homem era visto como um “faz-tudo” de Vorcaro, incumbido de executar tarefas diversas e ordens diretas do banqueiro, o que reforça a proximidade de Mourão com o empresário.

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Especialistas em cartórios ouvidos pela coluna de Igor Gadelha, no portal Metrópoles, explicam que, embora raro, é possível que o campo de causa mortis permaneça em branco quando a família solicita sepultamento imediato e aguarda resultados de exames complementares. Em geral, em casos que envolvem suicídio, o termo técnico “lesões auto-infligidas” costuma ser inserido, mas o preenchimento fica pendente até a conclusão das perícias.

Já a Polícia Federal reafirmou que Mourão foi socorrido após a tentativa de tirar a própria vida em uma das celas da corporação. Ele teria sido transferido para um hospital, onde acabou não resistindo. A investigação interna continua, e a causa oficial do óbito só será informada após a finalização de todos os exames periciais, ainda em andamento.

Renan Santos detalha proposta de autonomia ao Rio de Janeiro sem separá-lo do Brasil

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Renan Santos defende autonomia administrativa para o Rio de Janeiro (Foto: Instagram)

Renan Santos defende autonomia administrativa para o Rio de Janeiro (Foto: Instagram)

Na quinta-feira (9), em entrevista exclusiva ao Bacci Notícias, o pré-candidato à Presidência da República pelo partido Missão, Renan Santos, apresentou detalhes de seu projeto para conferir ao Rio de Janeiro maior autonomia administrativa. Segundo ele, a proposta não tem como objetivo a independência ou separação do estado em relação ao restante do país, mas sim implantar um novo formato de gestão local, capaz de atender às necessidades específicas da capital fluminense e otimizar processos decisórios em diversos setores urbanos.

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Durante a entrevista, Renan Santos fez questão de ressaltar que sua iniciativa não visa romper laços com o Brasil. “Não é separar, é dar autonomia”, declarou. Ele explicou que pretende estabelecer um estatuto diferenciado para o Rio de Janeiro, outorgando poderes de autogestão, com ampliação de competências e redução de burocracia. Dessa forma, o município teria maior flexibilidade orçamentária e institucional para planejar e executar políticas públicas conforme as demandas locais, sem interferências excessivas de instâncias estaduais ou federais.

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Para embasar sua ideia, o pré-candidato destacou exemplos internacionais de centros urbanos que operam sob regimes administrativos especiais. Ele citou Buenos Aires, Hong Kong e Xangai como referências bem-sucedidas, nas quais autoridades locais dispõem de prerrogativas ampliadas para atração de investimentos, facilitação de negócios e gestão de infraestrutura. Renan Santos enfatizou que esses modelos colaboram para a competitividade regional, atraindo empresas globais e fomentando o desenvolvimento tecnológico, o que, segundo ele, poderia servir de inspiração para o Rio de Janeiro elevar seu protagonismo em nível mundial.

Na visão do pré-candidato, a adoção de um regime especial permitiria ao Rio de Janeiro consolidar-se como um polo internacional de referência digital e turística. Renan Santos avaliou que, ao obter maior autonomia para criar incentivos fiscais e parcerias público-privadas, a cidade poderia acelerar projetos de inovação, desenvolver infraestrutura de tecnologia da informação e promover o turismo de maneira mais eficaz. Ele destacou ainda que a integração de plataformas digitais com serviços turísticos contribuiria para modernizar o setor e gerar empregos qualificados.

Renan Santos também aproveitou a oportunidade para criticar o modelo vigente de partilha orçamentária entre município e estado. Segundo ele, parte significativa dos recursos arrecadados na capital é direcionada para custear despesas estaduais, o que, na prática, reduz a capacidade de investimento do próprio município. Essa estrutura, na avaliação do pré-candidato, fomenta gargalos nas áreas de saúde, educação e mobilidade urbana, prejudicando o desenvolvimento da cidade. Por essa razão, defende a redistribuição de competências e recursos, visando maior eficiência e agilidade na gestão pública.

Padrasto é preso por estuprar e engravidar a própria enteada

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Suspeito de estuprar enteada de 10 anos é preso pelo PC em Nova Olinda do Norte (Foto: Instagram)

Suspeito de estuprar enteada de 10 anos é preso pelo PC em Nova Olinda do Norte (Foto: Instagram)

Na terça-feira (7), em Nova Olinda do Norte (AM), a Polícia Civil deteve um homem de 23 anos suspeito de estuprar e engravidar sua enteada de apenas 10 anos. Segundo as investigações, os abusos só vieram a público quando a criança mais velha entrou em trabalho de parto na sexta-feira (3). A descoberta chocou a equipe médica e motivou uma ação imediata das autoridades locais para apurar o caso.

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De acordo com a Polícia Civil, a enteada de 10 anos e a irmã dela, de 8 anos, eram vítimas de abusos repetidos na casa onde moravam com o padrasto. As meninas conviviam com os criminosos em regime de privação de liberdade, segundo o delegado Paulo Mavignier. Apenas após o início do trabalho de parto da mais velha, familiares e profissionais de saúde perceberam a gravidade dos crimes que vinham ocorrendo em sigilo.

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Ao darem entrada no hospital, as irmãs foram submetidas a exames que confirmaram a ocorrência de estupro de vulnerável em ambas. A mãe das crianças, de 30 anos, esteve presente durante o atendimento, mas tentou justificar as lesões e ocultar informações para proteger o companheiro. Em depoimento, o delegado ressaltou que “a justiça agiu rápido, a prisão preventiva foi decretada e a mãe perdeu a guarda das filhas.”

Conforme apurado, o casal tentou fugir de Itacoatiara para dificultar as investigações e escapar das autoridades. No entanto, o homem foi localizado e preso no centro da cidade, enquanto a mãe foi detida ainda no hospital. Ambos tiveram a prisão preventiva decretada pela Justiça e permanecem à disposição da Vara da Infância e Juventude.

As meninas seguem sob os cuidados do Conselho Tutelar e recebem atendimento psicológico e médico em uma unidade de acolhimento. A Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente dá continuidade às investigações para apurar possíveis omissões de outras pessoas que conviviam com as vítimas.

Bruno Gagliasso é criticado por irmão após foto com Lula

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Briga política entre irmãos: Bruno posa com Lula e Thiago dispara críticas (Foto: Instagram)

Briga política entre irmãos: Bruno posa com Lula e Thiago dispara críticas (Foto: Instagram)

O ator Bruno Gagliasso foi alvo de duras críticas do irmão, o deputado estadual Thiago Gagliasso, após uma foto ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em vídeo publicado na quarta-feira (8), Thiago comentou a imagem, lembrando que ela na verdade é de 2022, e ironizou a postura do irmão, alegando que ele estaria “desconectado da realidade” ao sorrir com o chefe do Executivo.

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No mesmo vídeo, o parlamentar ressaltou que, após quatro anos de “desgoverno Lula”, foi surpreendente ver Bruno ao lado de Janja, esposa do presidente, numa foto que, segundo ele, demonstra insensibilidade às crises ambientais e aos escândalos de corrupção. “Ele teve coragem de posar assim neste momento”, alfinetou Thiago, que aproveitou para reforçar críticas à política do atual governo.

++ Ratinho se pronuncia após processo movido por Chico Buarque

Em seguida, Thiago questionou se Bruno visitaria Lula para cobrar ações do Planalto ou para divulgar o próprio trabalho. “É o filme dele, já viram? Chama-se ‘Bruno no País das Maravilhas’. Só vivendo num país sem queimadas na Amazônia, sem escândalos no INSS e sem corrupção no Banco Master para enxergar isso como normal”, debochou o deputado, sugerindo que o irmão estaria imerso em um universo paralelo.

A discussão ganhou corpo quando o parlamentar citou o longa-metragem “Por um Fio”, projeto de Bruno que, de acordo com a Ancine, recebeu cerca de R$ 5,7 milhões em incentivos fiscais. “Para ele é um ótimo negócio; para o público, um filme de terror e de muito mau gosto”, criticou Thiago, que ainda questionou o gesto de Bruno ao beijar a mão de Lula. Ele afirmou que o ator deveria “pôr os pés na rua” e ouvir a população antes de posar para fotografias políticas.

Antes de encerrar, o deputado reforçou sua visão sobre apoiadores do PT: “Não existe petista de graça. Esse beijinho foi só para comemorar a ‘sessão pipoca’”, disse Thiago, em tom de provocação.

A animosidade familiar entre os irmãos vem desde as eleições presidenciais de 2018. Naquele pleito, Thiago declarou voto em Jair Bolsonaro, enquanto Bruno e a esposa, Giovanna Ewbank, manifestaram apoio ao Partido dos Trabalhadores, evidenciando um racha que perdura até hoje.

Mãe da empresária encontrada morta com moedas na boca faz revelações

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Edileia Folha de Oliveira ao lado da filha Bárbara Denise em momento de afeto antes da tragédia (Foto: Instagram)

Edileia Folha de Oliveira ao lado da filha Bárbara Denise em momento de afeto antes da tragédia (Foto: Instagram)

Edileia Folha de Oliveira concedeu entrevista em primeira mão ao portal Bacci Notícias e falou com emoção sobre o assassinato de sua filha, a empresária Bárbara Denise Folha de Oliveira, cujo corpo foi descoberto sem vida em seu apartamento em São Vicente no dia 20 de janeiro.
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Dias depois da morte de Manoel Ferro de Melo — principal suspeito de feminicídio contra Bárbara —, Edileia desabafou nesta quinta-feira (9) sobre a saudade e o vazio que persistem quase três meses após o crime. Ela também relatou como tem encontrado força na companhia do neto Henrique, de 14 anos, fruto do relacionamento da filha com o agressor.
++ Ratinho se pronuncia após processo movido por Chico Buarque

A empresária foi vítima de feminicídio dentro de seu apartamento no bairro Samaritá, em São Vicente. Edileia foi quem localizou o corpo da filha ao lado do neto, e descreveu a cena como um momento de muita dor. Sócia de uma clínica de bronzeamento naquela mesma cidade litorânea, Bárbara teve a carreira interrompida de forma trágica, forçando a mãe a encerrar a sociedade, rescindir contratos e arcar com reformas no imóvel.

Um dia antes do crime, Bárbara gravou um vídeo registrado durante uma discussão com o ex-marido em sua própria residência. No material, ela tenta convencer o homem a deixar o local, mostrando dinheiro, documentos e pertences já separados para que ele se retirasse. A filmagem foi enviada tanto para o irmão do suspeito quanto para a mãe da empresária, com o objetivo de comprovar a situação de risco.

Durante o depoimento, o acusado afirmou ter colocado moedas nos olhos de Bárbara em um suposto “ritual de passagem” inspirado em Caronte, figura da mitologia grega que conduz almas ao outro mundo. Ele também alegou que as moedas em outras partes do corpo decorriam de comentários da vítima sobre desejar paz e estabilidade financeira, tema que havia gerado atritos entre o casal anteriormente.

Para Edileia, a tragédia reforça a urgência de conscientizar famílias sobre o respeito às mulheres e a necessidade de não banalizar agressões. “É fundamental alertar mães e filhos de que comportamentos abusivos não podem ser tolerados, e que casamento não garante estabilidade ou sustento eterno”, afirmou. O neto Henrique permanece aos cuidados da avó, faz acompanhamento psicológico e segue frequentando as aulas normalmente.

Manoel Ferro de Melo foi encontrado morto em sua cela na Penitenciária de Tupi Paulista, em 3 de março, após ter sido preso em janeiro na capital paulista, quando confessou o crime. A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo registrou a morte como suspeita e investiga as circunstâncias. Sobre o falecimento do agressor, Edileia disse sentir um alívio momentâneo, mas admitiu que seu luto permanece vivo: “Achei que fosse encerrar meu sofrimento, mas já chorei de novo pela ausência dela”.

Andressa Urach afirma que seria presa no BBB 26 se estivesse ao lado de Ana Paula Renault

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Andressa Urach responde Ana Paula Renault e se candidata ao BBB 27 (Foto: Instagram)

Andressa Urach responde Ana Paula Renault e se candidata ao BBB 27 (Foto: Instagram)

Andressa Urach reagiu com veemência às declarações de Ana Paula Renault durante o BBB 26, programa em que a jornalista a chamou de “louca completa”. A modelo afirmou que, se tivesse sido convocada pela TV Globo para esta edição, não suportaria conviver por três meses ao lado de Renault e até agrediria a participante, resultando em sua expulsão e prisão imediata. Em vídeo publicado nos Stories do Instagram durante a manhã desta quinta (9), Urach não poupou críticas e aproveitou o momento para revelar que deseja integrar o elenco do BBB 27.

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Segundo Urach, a presença dela no reality elevaria o nível de polêmica da atração a um patamar ainda superior ao de sua participação em A Fazenda 6, exibida pela Record há 13 anos. Ela destacou que, ao ouvir a conversa entre Ana Paula e Samira na casa, ficou surpresa com a forma como foi descrita. A influenciadora disse que jamais aceitaria o tratamento dispensado pela jornalista e garantiu que, num eventual confronto, seria expulsa e até presa por agressão.

++ Ratinho se pronuncia após processo movido por Chico Buarque

Em sua declaração, Andressa usou expressões fortes para reforçar sua indignação. “Eu vi o vídeo da Samira e da Ana Paula falando sobre mim. Ela me chamou de ‘louca completa’, né? Mas quem é louca aqui ela sabe bem!” afirmou. A modelo acrescentou que, se tivesse entrado no BBB 26, certamente teria sido retirada do programa por ordem de produção após um episódio de violência, e seria levada direto de lá para a cadeia. “O primeiro crime seria o de agressão”, completou.

Além das críticas, Urach fez um apelo direto à direção da Globo, pedindo uma vaga no elenco do BBB 27. Ela prometeu um comportamento ainda mais incisivo do que aquele que a consagrou em A Fazenda 6, edição em que se envolveu em diversos conflitos, inclusive nas famosas trocas de cusparadas, e acabou sendo a décima eliminada, pouco antes da final.

O desejo de entrar no Big Brother Brasil, segundo a própria Andressa, não é novidade. Antes de ganhar destaque nacional e atuar como bailarina de Latino, ela já havia enviado sua inscrição para a décima segunda edição do reality em 2011, em um vídeo gravado numa academia, no qual detalhava suas ambições de participar da casa mais vigiada do país.

Renan Santos diz que Moraes virou uma espécie de ‘reizinho’; confira a entrevista

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Pré-candidato do partido Missão faz duras críticas ao STF em entrevista (Foto: Instagram)

Pré-candidato do partido Missão faz duras críticas ao STF em entrevista (Foto: Instagram)

Em entrevista exclusiva ao Bacci Notícias em 9 de abril de 2026, o pré-candidato à Presidência da República pelo partido Missão, Renan Santos, fez duras críticas ao STF, a Bolsonaro e a Lula, abordou a polarização política e apresentou suas principais propostas de governo. Ele discutiu disputas internas na direita, defendeu o endurecimento penal e expôs seu programa voltado a segurança pública, gestão e economia.
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Renan comentou a troca de farpas entre Eduardo Bolsonaro e Nikolas Ferreira, atribuindo o conflito à falta de estrutura interna no bolsonarismo. “É como se fosse um Big Brother, um grupamento de influenciadores onde um quer mais atenção do que o outro”, afirmou. Para ele, nomes que ganharam projeção desejam autonomia depois de terem se beneficiado da popularidade da família Bolsonaro.
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Ao avaliar o clã Bolsonaro, Renan reconheceu que o grupo reorganizou a direita brasileira ao transformar o antipetismo em identidade política, mas criticou a ausência de uma formação sólida das lideranças, o que levou à fragmentação atual. Sobre a prisão de Jair Bolsonaro, afirmou haver provas consistentes de irregularidades, mas apontou falhas processuais que podem gerar nulidades. “Ele está velho, está doente. Deixa ele ficar em prisão domiciliar”, defendeu, sugerindo proporcionalidade nas penas aplicadas a participantes dos atos de 8 de janeiro.

Quanto ao Supremo Tribunal Federal, o pré-candidato acusou o ministro Alexandre de Moraes de concentrar poder e se colocar como guardião do sistema político em momento de crise. “A gente tirou um problema e colocou outro, que são os superpoderes do STF”, disse. Renan avaliou que Moraes atuou em excesso e acabou se tornando “um reizinho” ao assumir papéis antes atribuídos a outros poderes.

Em relação às propostas de governo, ele estruturou sua pré-candidatura em três eixos: segurança pública, reforma fiscal e reforma administrativa. No campo da segurança, defende mudanças profundas no Código Penal, inclusive adotando o conceito de “direito penal do inimigo”. Na economia, propõe reforma tributária rigorosa para equilibrar contas. Na gestão pública, sugere fusão de municípios e critérios mais rígidos de avaliação de gestores. Renan também relatou ter recebido ameaças de facções criminosas e defendeu que líderes de facções percam presunção de inocência e cumpram pena máxima.

Renan ainda comentou a polarização política, afirmando que a ênfase em propostas concretas minimiza o embate entre Lula e Bolsonaro: “Quando você fala de soluções, as pessoas param de discutir Lula ou Bolsonaro.” Ele criticou a direita por priorizar temas como “Deus, família e PT” sem apresentar planos e a esquerda por ter ideias “esgotadas e baseadas em ressentimento”. Sobre o governo Lula, disse não conseguir destacar pontos positivos, mas admitiu convergências pontuais, como restrições ao uso de celulares em sala de aula. Ele também negou qualquer intenção de proibir alimentos por causa da obesidade, defendendo políticas públicas de saúde para aliviar o SUS. Por fim, declarou que seu maior adversário é o desconhecimento do eleitor e se apresentou como alternativa viável fora da polarização tradicional.

Quem poderá receber os R$ 7 bilhões liberados pelo FGTS?

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Cédulas de real e moedas: alívio financeiro para trabalhadores (Foto: Instagram)

Cédulas de real e moedas: alívio financeiro para trabalhadores (Foto: Instagram)

O governo federal estuda liberar cerca de R$ 7 bilhões do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para aproximadamente 10 milhões de trabalhadores. A medida foi anunciada pelo ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, em 9 de abril de 2026, como parte de um pacote voltado a diminuir o endividamento das famílias brasileiras. Segundo o ministro, o objetivo é oferecer alívio financeiro e dar acesso a recursos que até então estavam indisponíveis.

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De acordo com Marinho, o foco são trabalhadores que optaram pelo saque-aniversário, foram demitidos e tiveram parte do saldo do FGTS retido como garantia de operações de crédito. Em muitos casos, a Caixa Econômica Federal bloqueou quantias superiores ao necessário, reduzindo o acesso imediato aos recursos. A proposta prevê devolver o excedente para apoiar esses empregados no pagamento de dívidas e na reorganização financeira.

++ Ratinho se pronuncia após processo movido por Chico Buarque

A proposta detalha que o valor retido além do exigido seria restituído aos trabalhadores, liberando acesso a parte do saldo anteriormente indisponível. Essa iniciativa integra um conjunto mais amplo de medidas em análise no governo para reestruturação de dívidas e ampliação de linhas de crédito com taxas mais atrativas.

Em entrevista ao jornal O Globo, Luiz Marinho explicou que o governo avalia a dimensão do endividamento da população e negocia com instituições financeiras alternativas para reduzir o valor das parcelas das dívidas. Nesse contexto, o uso do FGTS surge como uma ferramenta complementar ao pacote principal, ainda em fase de discussão.

O secretário do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, já havia mencionado a liberação de recursos vinculados ao saque-aniversário, mas sem detalhar as medidas pactuadas com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Outra proposta em estudo possibilita usar o FGTS como garantia em operações de crédito consignado, ampliando as opções de empréstimo para trabalhadores e potencialmente reduzindo as taxas de juros. O tema foi debatido em reunião de Marinho com parlamentares do Partido dos Trabalhadores na Câmara dos Deputados. O governo ressalta a necessidade de preservar a sustentabilidade do fundo, avaliando a viabilidade e segurança dessas operações.

O debate ocorre em meio ao aumento do endividamento das famílias brasileiras. Dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo apontam que o percentual de lares endividados passou de 80,2% em fevereiro para 80,4% em março de 2026, o mais elevado já registrado. Diante desse cenário, o governo solicitou estudos ao Banco Central e ao Ministério da Fazenda para propor reduções de juros no cartão de crédito e facilitar a renegociação de dívidas.