No Rio, Ruas afirma que eleitores de Garotinho decidirão voto de hoje para amanhã

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O candidato ao governo do Rio de Janeiro, Douglas Ruas (PL), minimizou neste sábado (03) o possível impacto da situação jurídica de Anthony Garotinho (Republicanos) na disputa estadual. Em ato de campanha realizado na capital fluminense, Ruas mostrou-se confiante de que o eleitorado do ex-governador não ficará em dúvida e definirá seu voto às vésperas do pleito, previsto para domingo (04), mesmo com as pendências judiciais envolvendo o adversário.

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Durante a coletiva, o postulante do PL ressaltou que existem duas candidaturas viáveis na corrida pelo Palácio Guanabara: a sua própria e a de Eduardo Paes (PSD). Questionado sobre a possibilidade de conquistar eleitores de Garotinho, Ruas demonstrou otimismo ao afirmar que muitos decidirão o voto de última hora, entre o sábado e o domingo, aproveitando o tempo final da campanha para escolher a opção que, na visão dele, melhor representa o futuro do estado.

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Na véspera do primeiro turno, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registrou mais um capítulo na tramitação de Garotinho. Na sexta-feira (02), o ministro Floriano de Azevedo Marques revogou a liminar que beneficiava o ex-governador, mantendo o indeferimento de seu registro. Em consequência, os votos destinados ao candidato serão lançados como “anulados sub judice” enquanto o indeferimento permanecer em vigor, embora o seu nome siga aparecendo nas urnas eletrônicas.

Ruas aproveitou para criticar o que chamou de “sistema” que, segundo ele, tenta influenciar o resultado eleitoral por meio de decisões judiciais. O candidato disse acreditar que tais manobras favorecem Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e sua base de apoio, interferindo nas escolhas dos eleitores. Ele pediu atenção redobrada da população para esses movimentos nos dias que antecedem a votação.

Para o postulante do PL, o eleitor tem nas mãos a principal resposta a qualquer tentativa de ingerência política: o voto. “A população precisa estar atenta a todos esses movimentos e tem uma única forma, que é o poder que o povo tem de quatro em quatro anos, de enfrentar esse sistema e fazer valer a sua vontade”, ressaltou Ruas, conclamando à participação massiva no primeiro turno.