
Tainá Polegato foi esfaqueada no pescoço durante uma festa de Halloween em Itapecerica da Serra, após um desentendimento na fila do banheiro. (Foto: Instagram)
Tainá Polegato foi esfaqueada no pescoço durante uma festa de Halloween em Itapecerica da Serra, na região metropolitana de São Paulo, na madrugada de domingo, 1º. O ataque ocorreu após um desentendimento na fila do banheiro de um bar.
Em vídeo publicado nas redes sociais, Tainá contou que Joyce Mara Rocumback Espírito Santo a acusou de furar a fila. Ela negou, mas, segundo seu relato, Joyce a empurrou e repetiu a acusação. A mulher também teria dito que iria esfaqueá-la. “Como era Halloween, eu não levei em consideração”, afirmou a vítima.
Imagens de uma câmera de segurança mostram Tainá conversando com outras pessoas quando Joyce dá um tapa em seu braço. Depois de uma breve troca de palavras, Joyce pega uma faca na bolsa, mostra o objeto à jovem e a golpeia no pescoço. As pessoas próximas levam alguns segundos para perceber o que aconteceu e se desesperam ao ver o sangue.
Tainá afirmou que não houve uma discussão nem uma ameaça para que se afastasse. Segundo ela, Joyce simplesmente enfiou a faca em seu pescoço. A vítima demorou cerca de 10 segundos para entender que havia sido ferida, pois pensou que o objeto fosse cenográfico. “Eu só me dei conta quando o sangue começou a espirrar”, disse. Ela descreveu a cena como algo que parecia um filme de terror.
Após o ataque, Tainá pediu aos amigos que a levassem a um pronto-socorro. Desde então, relata dificuldade para mastigar e respirar, por causa do local atingido. Ela ficou internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Alvorada, em Moema, na zona sul de São Paulo, até quinta-feira, 5, quando foi transferida para um quarto.
De acordo com a vítima, um ramo da artéria carótida foi lesionado e ainda há sangramento interno. Por esse motivo, ela acredita que poderá precisar de cirurgia. “Foi um atentado à minha vida”, declarou.
Joyce é advogada e foi nomeada agente fiscal de obras e meio ambiente pela Prefeitura de Itapecerica da Serra em março do ano passado. A defesa dela não foi localizada. A administração municipal e a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo também não responderam aos pedidos de manifestação sobre o caso.






