Golpe no WhatsApp promete R$ 1.680 e ameaça aposentados; criminosos usam nome do INSS para roubar dados

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Três golpes que circulam pelo WhatsApp e pelas redes sociais estão usando o nome de programas do governo para atrair vítimas e conseguir informações pessoais, senhas e dados bancários. Uma das fraudes promete um suposto Auxílio Reconstrução de R$ 1.680, enquanto outras duas envolvem falsas exigências de biometria do INSS e um concurso público que não existe. O objetivo é enganar pessoas que procuram benefícios ou oportunidades de emprego.

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O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional alertou que não existe um novo Auxílio Reconstrução de R$ 1.680. O benefício verdadeiro, atualmente de R$ 7.300 em parcela única, é destinado a famílias desabrigadas ou desalojadas pelas chuvas de fevereiro na Zona da Mata de Minas Gerais. O cadastro é realizado pelas prefeituras, e o pagamento não é liberado por links enviados no WhatsApp. Em outra fraude, criminosos dizem que aposentadorias e pensões serão bloqueadas caso o beneficiário não faça uma nova biometria. O INSS desmentiu a informação: a exigência vale para novos pedidos a partir de 21 de novembro de 2025, e o registro ocorre durante a emissão de documentos oficiais, como CIN, CNH ou título de eleitor.

A terceira armadilha usa a promessa de um concurso do INSS para atrair quem deseja conquistar uma vaga no serviço público. As mensagens chegam a confirmar inscrições e informar supostos locais de prova, mas o instituto afirma que não existe concurso aberto ou autorizado. Quem paga uma taxa para participar acaba sendo vítima de fraude. A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) também já alertou sobre perfis falsos que usam seu nome para oferecer empréstimos e fazer contatos por mensagens, ligações ou e-mails.

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Para evitar prejuízos, a orientação é não clicar em links suspeitos, não compartilhar senhas, códigos recebidos por SMS ou fotos de documentos e conferir informações somente nos canais oficiais, como o portal Gov.br, o aplicativo Meu INSS e o telefone 135. Quem já forneceu dados ou realizou pagamentos deve entrar em contato imediatamente com o banco, bloquear cartões, alterar senhas e registrar um boletim de ocorrência. Em caso de transferência via Pix, também é possível solicitar ao banco a devolução pelo Mecanismo Especial de Devolução (MED).