Flávio Bolsonaro tem 42% e Lula 25% no Acre na disputa presidencial, aponta Quaest

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Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: Instagram)

Segundo pesquisa Quaest divulgada na quinta-feira, 27 de agosto, Flávio Bolsonaro (PL) lidera a preferência dos eleitores do Acre para a Presidência da República, alcançando 42% das intenções de voto. Em seguida aparece o atual presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 25%. A vantagem de 17 pontos evidencia a força de Bolsonaro no estado, considerado estratégico na região Norte do país.

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No levantamento completo, o senador Ronaldo Caiado (PSD) figura em terceiro lugar, com 5% das intenções. Logo atrás vêm Renan Santos (Missão), Augusto Cury (Avante) e Romeu Zema (Novo), cada um com 2% das intenções de voto. A deputada Samara Martins (UP) registra 1%, enquanto Rui Costa Pimenta (PCO), Wilson Grassi (Democrata), Edmilson Costa (PCB), Clariana Barão (DC) e Hertz Dias (PSTU) aparecem com 0%. Os indecisos somam 14% e 7% afirmam que votarão em branco, nulo ou não comparecerão às urnas.

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Para 77% dos entrevistados, a escolha do candidato à Presidência já está definida, enquanto outros 22% admitem a possibilidade de mudar seu voto até o dia da eleição. A pesquisa não informa a fatia restante, possível margem de indecisão adicional ou rejeição aberta.

O levantamento, encomendado pela Rede Amazônica, ouviu 804 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 23 e 26 de agosto. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O estudo foi registrado na Justiça Eleitoral sob o número AC-09106/2026.

Em cenário alternativo que inclui o influenciador Pablo Marçal (PRTB), que teve candidatura registrada apesar de questionamentos de inelegibilidade, Flávio Bolsonaro sobe a 44% e Lula cai para 24%. Caiado permanece com 5% e Marçal alcança 3%. Renan Santos, Augusto Cury e Romeu Zema aparecem com 1% cada, mantendo a soma de indecisos em 14% e de votos em branco ou nulos em 7%.

Pablo Marçal registrou sua candidatura mesmo estando judicialmente inelegível, e cabe ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidir se ele poderá concorrer nas eleições deste ano. Até o julgamento, o nome do influenciador permanece no radar das pesquisas.