
O presidenciável Flávio Bolsonaro durante coletiva em Brasília (Foto: Instagram)
O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) afirmou, na manhã deste domingo, que pretende instituir um Ministério da Segurança Pública em coordenação direta com os governos estaduais e as polícias municipais. Em encontro em Brasília, ele se reuniu com o ministro da Justiça e Segurança Pública de El Salvador, Gustavo Vilattoro, para discutir medidas de reforço à soberania sobre a segurança nacional.
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Vilattoro foi elogiado por Flávio Bolsonaro como um dos responsáveis — ao lado do presidente salvadorenho Nayib Bukele — pela recuperação da autoridade estatal sobre a segurança pública em El Salvador. O presidenciável destacou que “uma das maiores e mais eficazes operações de resgate da soberania” foi conduzida pela dupla, resultando no retorno da ordem e da tranquilidade para a população salvadorenha.
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Durante a coletiva, Flávio Bolsonaro confirmou a abertura de 500 mil novas vagas em unidades prisionais em todo o país. Segundo ele, essa iniciativa visa restabelecer o controle do Estado sobre o sistema carcerário e garantir que o Brasil recupere sua soberania no campo da segurança pública, hoje sob “ameaça” de facções criminosas.
O presidenciável detalhou ainda que seu programa de governo inclui o endurecimento da legislação penal e a construção de complexos penitenciários. A proposta, segundo ele, assegurará à população o “seu primeiro e mais inalienável direito: o de viver com proteção e tranquilidade”. Flávio destacou que o foco estará na defesa das vítimas e dos cidadãos, e não em amenizar a situação de criminosos, como criticou na gestão atual.
Questionado sobre a estrutura de seu futuro Ministério da Justiça, ele explicou que pretende replicar o modelo salvadorenho, no qual a área de Segurança Pública tem precedência sobre a Justiça. “A ideia é estabelecer um órgão exclusivo para a segurança, que funcione como hub de coordenação entre todas as esferas de poder”, explicou o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Nesse formato, o novo Ministério da Segurança Pública será responsável por oferecer suporte financeiro, operacional e logístico às forças estaduais e municipais. Haverá ainda um sistema integrado de inteligência e troca de informações que, conforme Flávio Bolsonaro, fortalecerá a cooperação entre Polícia Federal, polícias locais e demais entidades de investigação.






