Ex-BBB Laís Caldas explica por que a filha ainda não pode usar brincos

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Laís Caldas explica atraso no piercing da filha Alice por lóbulo bífido (Foto: Instagram)

A ex-BBB Laís Caldas usou suas redes sociais para esclarecer por que a filha Alice, fruto de seu relacionamento com Gustavo Marsengo, ainda não ostenta brincos. A bebê nasceu com lóbulo bífido, uma rara condição congênita que causa uma pequena divisão no lóbulo da orelha. Apesar da característica estética, Laís garantiu que a audição da menina está totalmente preservada e que não há risco à saúde.
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A influenciadora explicou que Alice recebeu um par de brincos de presente, mas o procedimento de perfuração precisou ser adiado. O furo tradicional coincide exatamente com a área onde o lóbulo apresenta a fissura, o que inviabiliza a colocação imediata dos acessórios. A família, então, decidiu aguardar uma avaliação médica mais completa antes de tomar qualquer decisão definitiva.
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Para entender as possibilidades, Laís procurou cirurgiões plásticos especializados em orelha. Segundo ela, o lóbulo bífido se assemelha ao rasgo que ocorre quando se usa brinco muito pesado por longo tempo, exigindo um procedimento conhecido como lobuloplastia. Nesse tipo de cirurgia, o lóbulo é reunido novamente para que o furo seja feito com segurança, procedimento que costuma ser simples em adultos.

No entanto, a indicação médica para um bebê segue protocolos diferentes. A correção imediata envolveria anestesia geral e intubação, o que representa maior complexidade e riscos para um recém-nascido. Ciente desse cenário, Laís e Gustavo optaram por adiar a intervenção até que a filha esteja em idade mais adequada e com menor exposição a complicações.

A recomendação recebida foi esperar até a fase pré-escolar, quando será possível realizar o procedimento com sedação leve e anestesia local, reduzindo o tempo de internação e os riscos associados. Após a lobuloplastia e o período de recuperação, Alice terá o lóbulo reestruturado e, então, poderá colocar brincos normalmente, sem qualquer impedimento para o seu desenvolvimento.

Por fim, Laís reforçou que o caso de Alice é puramente estético e não acarreta prejuízo auditivo ou funcional. Ela aproveitou para perguntar aos seguidores se outros pais já lidaram com lóbulo bífido em bebês, na busca por trocar experiências e ampliar o entendimento sobre essa condição congênita rara.