
Garçonete vive em closet de 7 m² em Birmingham para economizar US$ 1.500 mensais (Foto: Instagram)
Diante do aumento expressivo dos aluguéis e do encarecimento do custo de moradia, a americana Sarah Hendrickson, de 32 anos, decidiu adotar uma solução inusitada para conter gastos: mudou-se para o closet de pouco mais de 7 m² na casa de um amigo em Birmingham, Alabama. Com essa medida, ela tem economizado cerca de US$ 1.500 por mês (aproximadamente R$ 7,6 mil) e segue morando perto do local de trabalho, sem arcar com o valor elevado do aluguel convencional. A estratégia também ajudou a regularizar outros compromissos financeiros, como contas de energia e alimentação, evitando atrasos e falta de recursos essenciais.
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Sarah tomou essa decisão depois de descobrir que o aluguel de sua antiga casa havia dobrado de preço, tornando impossível manter as contas em dia. Sem alternativas mais acessíveis ou próximas do trabalho no mercado imobiliário local, ela cogitou diversas opções até receber o convite do amigo para usar o quarto de hóspedes. No entanto, percebendo que ainda seria um valor alto, a garçonete propôs morar no closet e o colega, convencido pela urgência da situação, aceitou ceder o pequeno cômodo para ela.
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O espaço disponibilizado tem cerca de 7 m² e inclui apenas prateleiras para roupas e um espaço reduzido para a cama. Em entrevista ao jornal The Sun, Sarah explicou: “Eu disse a ele: sei que você não quer que eu more com você, mas posso morar no seu closet”. Para tornar o ambiente funcional, ela investiu em iluminação portátil, organizadores verticais e móveis compactos, adaptando criativamente o local para abrigar o essencial e manter conforto mínimo.
A localização estratégica da casa também foi determinante na escolha. Situada no centro de Birmingham, a residência fica a poucos minutos do restaurante onde Sarah trabalha como garçonete, o que viabiliza deslocamentos rápidos e baratos. Em vez de depender de transporte público ou aplicativos de carona, ela agora vai de bicicleta até o turno de trabalho e realiza compras a pé em mercados próximos. Essa mudança não só reduziu gastos com gasolina e tarifas, mas também contribuiu para uma rotina mais saudável e sustentável.
Após compartilhar sua experiência em entrevista ao jornal The Sun, a história viralizou nas redes sociais, sendo apontada como um exemplo extremo – mas real – das alternativas encontradas por quem enfrenta o aumento constante do custo de vida. Sem precisar assinar um contrato de aluguel tradicional, Sarah Hendrickson conseguiu garantir estabilidade financeira temporária, equilibrando o orçamento mensal. A repercussão levantou discussões sobre a necessidade de moradias acessíveis em cidades com valor de aluguel elevado e inspirou outras pessoas a buscarem formas criativas de economizar.






