Um menino de 1 ano e 5 meses foi levado ao hospital depois de aparecer em casa com uma cobra na mão e vestígios de sangue na boca, em Mostardas, no Rio Grande do Sul. O episódio aconteceu em novembro de 2015, quando Lorenzo brincava no jardim da residência da família. Segundo o relato dos pais, a criança teria confundido o animal com um brinquedo e acabou mordendo o réptil.
Ao perceberem a presença da cobra e as marcas de sangue, os familiares procuraram atendimento médico para verificar se o menino havia sido picado. A preocupação inicial era de que o animal pudesse ser uma jararaca.
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Durante a avaliação, os profissionais de saúde constataram que Lorenzo não apresentava ferimentos. De acordo com o relato divulgado na época, a criança havia mordido a cobra perto da cabeça, o que teria impedido uma reação do animal.
A identificação da espécie também ajudou a esclarecer o ocorrido. Embora a família suspeitasse inicialmente de uma jararaca, uma bióloga identificou o réptil como Erythrolamprus poecilogyrus, uma serpente que não é considerada peçonhenta.
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A cobra morreu após o episódio, enquanto Lorenzo permaneceu em boas condições de saúde. Depois de passar por avaliação médica, o menino recebeu alta e voltou para casa, onde ficou sob observação da família.
O caso chamou a atenção pela idade da criança e pelas circunstâncias em que ela teve contato com o animal. Apesar do susto, não foram relatadas complicações de saúde após o atendimento.














