
Vista da ponte estaiada em Guarulhos, uma das 15 cidades brasileiras com mais de um milhão de habitantes. (Foto: Instagram)
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) publicou na sexta-feira, 28, o levantamento com as 15 cidades de menor população no País. No topo do ranking está Serra da Saudade (MG), com apenas 857 habitantes. Na sequência aparecem Anhanguera (GO), com 906 moradores; Borá (SP), com 935; Araguainha (MT), com 989; e Nova Castilho (SP), cuja população é estimada em 1.070.
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Os três estados com menor contingente populacional estão todos na Região Norte: Acre, com 887,8 mil pessoas (0,41% da população nacional); Amapá, com 809,9 mil (0,38%); e Roraima, com 761 mil (0,36%). Ainda segundo o estudo, 2.467 municípios brasileiros têm menos de 10 mil habitantes. Esses 44,3% das 5.571 cidades somam 12.789.089 habitantes, representando 6% da população total do Brasil.
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No outro extremo do levantamento, as 15 cidades mais populosas são lideradas por São Paulo, com 11.911.337 moradores, conforme estimativas oficiais divulgadas no Diário Oficial da União. Na lista também aparecem Guarulhos, na região metropolitana da capital, com 1.351.284 habitantes, e Campinas, no interior paulista, com 1.189.761 residentes.
Entre os cinco municípios mais populosos do País, estão ainda o Rio de Janeiro (6.731.133 pessoas), Brasília (3.009.996), Fortaleza (2.582.360) e Salvador (2.559.945). No total, 15 cidades brasileiras ultrapassam a marca de um milhão de habitantes, concentrando 20% de toda a população do Brasil, cerca de 49.886.420 pessoas. Dessas, apenas Guarulhos e Campinas não são capitais.
Em termos estaduais, São Paulo detém 21,6% da população nacional, com 46,1 milhões de habitantes, seguido por Minas Gerais (10%, ou 21,5 milhões) e Rio de Janeiro (8%, ou 17,2 milhões). Por regiões, o Sudeste permanece como a mais populosa, com 89 milhões de pessoas (41,6% do total), seguido pelo Nordeste, com 57,4 milhões (26,8%), Sul, com 31,5 milhões (14,7%), Norte, com 18,9 milhões (8,8%), e Centro-Oeste, com 17,4 milhões (8,1%).
O levantamento do IBGE é um dos parâmetros adotados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para calcular o Fundo de Participação de Estados e Municípios. Além disso, serve de referência para indicadores sociais, econômicos e demográficos em todo o País.






