
Movimentação na Praça da Sé, em São Paulo (Foto: Instagram)
Uma ação da Polícia Militar resultou na prisão de quatro homens suspeitos de invadir e furtar uma joalheria no bairro da Sé, região central de São Paulo. Segundo as investigações, o grupo alugou uma sala comercial no mesmo edifício do estabelecimento para servir como base de operações e preparar o crime sem despertar desconfiança. A movimentação estranha chamou a atenção do zelador, que imediatamente acionou as autoridades, impedindo a execução silenciosa do plano.
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Quando as viaturas chegaram ao local, os policiais identificaram dois veículos usados pela quadrilha no entorno do edifício. Cientes da chegada da equipe, os criminosos tentaram fugir antes mesmo de concluir o furto. Na ação, dois deles pularam um muro e se embrenharam em um estacionamento de outro prédio próximo, enquanto os dois restantes buscaram rotas alternativas nas ruas vizinhas.
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Ainda no curso da tentativa de fuga, um dos suspeitos foi detido no estacionamento para onde tinha pulado o muro. O quarto integrante da quadrilha acabou sendo encontrado escondido dentro de um banheiro no 13º andar do edifício atacado. Os outros dois foram capturados pouco depois em buscas realizadas pelos policiais militares nas imediações, encerrando a caçada pela manhã.
Para ter acesso aos objetos de valor, os invasores utilizaram um maçarico para romper cinco portas de segurança — quatro com proteção blindada e uma de madeira — que davam acesso direto às vitrines. Dentro dos carros foram apreendidos itens furtados como peças de prata, bijuterias e uma caixa com pedras semipreciosas, todos avaliados em aproximadamente R$ 60 mil.
Além dos produtos subtraídos, os agentes encontraram no local diversas ferramentas, bloqueadores de sinal, aparelhos celulares, balaclavas, bonés e várias placas veiculares. As placas afixadas nos automóveis, porém, não correspondiam aos números dos respectivos chassis, indicando adulteração dos sinais identificadores.
Os quatro homens foram autuados em flagrante por furto qualificado e adulteração de sinal identificador de veículo. A ocorrência foi registrada no 8º Distrito Policial, no Brás, e a autoridade responsável já solicitou a conversão das prisões em preventivas. O caso segue sob investigação para apurar possíveis conexões com outras ações criminosas na capital paulista.






