
Luana Piovani define Neymar e vereador Lucas Pavanato como “pragas” e gera polêmica (Foto: Instagram)
A atriz Luana Piovani não poupou críticas ao jogador Neymar em postagem nas redes sociais no último domingo (12). Compartilhando um vídeo em que o atleta aparece ao lado do vereador Lucas Pavanato, Piovani usou termos fortes para se referir a ambos, afirmando que são “as pragas que o Brasil produz” e que seriam “abortos da natureza” destinados a definhar. A declaração gerou ampla repercussão na internet, com seguidores manifestando apoio e indignação em igual medida.
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No vídeo mencionado, Neymar surge ao lado de Lucas Pavanato, vereador eleito pelo PL-SP com a maior votação em São Paulo nas eleições de 2024. A ocasião foi um encontro no CT Rei Pelé, em Santos, realizado no fim de março, onde o político fez uma visita para prestigiar o camisa 10 do Santos. Foi nessa publicação que Piovani, sem rodeios, estendeu suas críticas também ao parlamentar, questionando o papel de ambos no cenário nacional.
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Durante a gravação do encontro, Lucas Pavanato brincou sobre a diferença de altura com Neymar: “Achei que você era mais alto”, comentou o vereador. O atacante, por sua vez, devolveu na mesma medida: “Também pensei que você fosse mais alto. Você é muito folgado para ser baixinho assim. Imagina com 1,90 m”. O tom descontraído não intimidou Piovani, que aproveitou o registro para lançar suas duras observações.
Na semana anterior à polêmica com Neymar, Luana Piovani já tinha chamado a atenção ao criticar o extremismo religioso em entrevista ao podcast Conversa Vai, Conversa Vem. Na ocasião, detalhou seu processo de reaproximação às religiões de matriz africana e se autodenominou “evangélica macumbeira”, afirmando que encontrou elementos de respeito à natureza e à diversidade em práticas de origem africana.
Piovani lembrou ainda da educação religiosa herdada da avó, que a levou à Igreja Adventista do Sétimo Dia. “Li a Bíblia, fui para Israel, sempre gostei muito da cultura judaica por conta do Velho Testamento”, revelou a atriz. Ela ressaltou que, desde cedo, teve contato com os ensinamentos bíblicos e com as tradições adventistas, o que alimentou seu interesse pela fé e pelos rituais religiosos.
Em seguida, a artista condenou o panorama atual do evangelicalismo brasileiro: “Religião é reverenciar e respeitar a natureza, os seres humanos, a diversidade, pregar o amor. Deus é amor. Seja qual for o nome que se dê”. Para Piovani, o evangélico moderno se transformou em “protótipo de um ser desprezível” e instituiu “uma indústria política” difícil de distinguir de um projeto de poder.

