
Emanuelly Lana Martins Soares, de 7 anos, em momento de descontração antes da tragédia (Foto: Instagram)
Emanuelly Lana Martins Soares, de 7 anos, será velada e sepultada na manhã desta quinta-feira (13), depois de passar mal na quarta-feira (12) durante o lanche na Escola Municipal Professora Maria José Gatti Carlos, em Ribeirão das Neves, na Grande Belo Horizonte. A menina não resistiu e faleceu ainda no local, e as autoridades aguardam os resultados dos exames para esclarecer as circunstâncias do ocorrido.
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O episódio teve início quando Emanuelly sofreu um engasgo enquanto fazia a merenda na escola municipal. Imediatamente, funcionários acionaram o Corpo de Bombeiros e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Equipes de resgate se deslocaram à unidade de ensino, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, na tentativa de salvar a vida da criança.
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Segundo o Corpo de Bombeiros, o atendimento começou ainda por telefone, quando os socorristas orientaram uma funcionária sobre como proceder em casos de obstrução das vias aéreas. Enquanto isso, os militares seguiam para a escola, que fica em um bairro da cidade de Ribeirão das Neves, para continuar as manobras de primeiros socorros.
Ao chegarem ao local, os bombeiros encontraram equipes do Samu em ação, incluindo uma médica da Unidade Básica de Saúde (UBS) Liberdade que já realizava a reanimação cardiopulmonar em Emanuelly. Juntas, as equipes empreenderam todos os esforços para reverter o quadro, mas a menina não reagiu às tentativas de restabelecer os sinais vitais.
A Prefeitura de Ribeirão das Neves divulgou nota informando que oferece apoio aos familiares da criança e que acompanha de perto o andamento das investigações. Durante a coletiva, a secretária municipal de Educação, Dolores Kicila, afirmou que representantes do governo estiveram com os parentes ao longo da manhã, prestando assistência psicológica e orientações sobre o funeral.
Além de aguardar laudos periciais, a administração municipal determinou a abertura de uma sindicância administrativa para apurar as ações tomadas na escola após o engasgo. O procedimento interno avaliará procedimentos adotados pelos profissionais da unidade e o cumprimento dos protocolos de emergência. A prefeitura também manifestou solidariedade à família, aos colegas de classe e à comunidade escolar.






