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Exclusivo: Juju Ferrari se manifesta após mandado de busca e apreensão

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Juju Ferrari surpreende ao comentar mandado de busca e apreensão de seu carro por atraso no financiamento (Foto: Instagram)

A influenciadora Juju Ferrari falou publicamente sobre o mandado de busca e apreensão expedido contra ela por conta de um financiamento de veículo em atraso. A medida, autorizada pela 6ª Vara Cível de Itaquera, em São Paulo, surgiu após ação movida por uma instituição financeira que alega inadimplência.

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Segundo o processo divulgado pelo portal Metrópoles, o carro em questão, avaliado em cerca de R$ 54 mil, foi adquirido em 2024 com contrato de 48 parcelas. Até o momento, apenas 14 vencimentos teriam sido quitados, o que motivou o pedido de retomada imediata do bem. O juiz responsável acolheu o requerimento da instituição, determinando a execução da medida.

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A decisão, publicada em 2 de março, autoriza o cumprimento do mandado com apoio policial e permite até o uso de arrombamento caso o veículo não seja localizado. Após a apreensão, Juju Ferrari teria cinco dias para quitar o valor integral da dívida, caso deseje reaver o automóvel. O despacho também prevê que ela seja formalmente citada para apresentar defesa no processo.

Em entrevista exclusiva ao Bacci Notícias, a influenciadora afirmou que tomou conhecimento do mandado somente por meio de portais de notícias e mensagens de seguidores. “Eu não fui notificada oficialmente; só soube quando vi a repercussão online e pedi ao meu advogado para verificar o que havia ocorrido”, explicou.

Juju Ferrari esclareceu ainda que o veículo fazia parte de um lote de três automóveis negociados com uma agência especializada em revenda. O combinado, segundo ela, era manter os carros registrados em seu nome até que a empresa efetuasse as vendas e transferisse os financiamentos.

“Eu vendi três carros para essa agência, mas deixei tudo no meu CPF temporariamente. Falaram que continuariam pagando as parcelas até concluir as vendas e fazer a transferência da dívida”, relatou. Ela afirma ter confiado na instituição para regularizar a situação financeira junto ao banco.

De acordo com Juju, os responsáveis pela agência alegaram ter quitado o boleto em atraso e estariam em tratativas de renegociação do contrato. No entanto, a informação ainda aparece no sistema de controle da financiadora, o que gerou a ordem judicial de busca e apreensão.

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