Um juiz federal dos Estados Unidos suspendeu, nesta última quarta-feira (25), a política de expulsão de imigrantes ilegais para países terceiros adotada pelo governo do presidente Donald Trump, ao qual concedeu 15 dias para que apresente seus argumentos.
O juiz de Boston, Brian Murphy, concedeu esse prazo à luz “da importância e da história incomum deste caso”, que, para ele, “o governo pode, sem aviso prévio, expulsar uma pessoa para o país errado, ou para um país onde provavelmente será perseguida ou torturada”.
O juiz, nomeado pelo presidente democrata Joe Biden, foi contrariado pela Suprema Corte em junho do ano passado. Murphy já havia bloqueado provisoriamente em março passado a expulsão de estrangeiros de origem asiática para a Líbia.
Segundo essas diretrizes, as expulsões estão autorizadas com a única condição de que o país em questão ofereça garantias de que as pessoas expulsas “não serão nem perseguidas nem torturadas” e de que o Departamento de Estado considere tais garantias “críveis”, sem qualquer possibilidade de recurso.
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O juiz indicou que, em várias ocasiões, durante esse processo, “o governo violou de maneira repetida, ou tentou violar, as decisões deste tribunal”, e apontou que o presidente Donald Trump transformou o combate à imigração clandestina em uma prioridade absoluta, evocando uma “invasão” de “criminosos vindos do exterior”.
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