
Disputa acirrada: Flávio Bolsonaro e Lula nas pesquisas de segundo turno (Foto: Instagram)
As pesquisas de intenção de voto para o segundo turno das eleições presidenciais terão divulgações agendadas pela Quaest na quarta-feira, 14 de outubro, e pelo Datafolha na quinta-feira, 15 de outubro. Esses levantamentos chegam pouco antes da votação final, marcada para o domingo, 25 de outubro, e oferecem um panorama atualizado do nível de apoio que cada candidato possui após o primeiro turno.
A pesquisa da Quaest será a primeira dedicada ao segundo turno de 2026 e foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal O Globo. Entre os dias 10 e 13 de outubro, o instituto entrevistou 2.154 eleitores com 16 anos ou mais em todas as regiões do país. A margem de erro desse levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança estabelecido é de 95%.
O Datafolha divulgará seu próximo levantamento encomendado pela Folha de S.Paulo, realizado entre os dias 13 e 15 de outubro. No total, 2.520 pessoas com 16 anos ou mais foram ouvidas, seguindo metodologia semelhante à da pesquisa da Quaest. A margem de erro também é de dois pontos percentuais, com 95% de nível de confiança, garantindo comparabilidade entre os números apresentados pelos dois institutos.
Na sondagem anterior do Datafolha, divulgada na semana passada, o candidato Flávio Bolsonaro (PL) aparecia com 49% das intenções de voto, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) computava 45%. Esses índices indicam uma ligeira vantagem numérica, mas ainda dentro da margem de erro, o que mantém o quadro de disputa bastante acirrado até o segundo turno.
No primeiro turno, realizado em 4 de outubro, Flávio Bolsonaro obteve 47,03% dos votos válidos, seguido por Lula, com 45,16%. Como nenhum dos dois ultrapassou 50% mais um dos votos, a eleição foi para o segundo turno, quando será definida a preferência da maioria dos eleitores no país.
Esses levantamentos são fundamentais para acompanhar as mudanças de preferência ao longo da campanha e servir de referência para partidos, assessorias e eleitores. A cada nova rodada de dados, é possível avaliar tendências regionais, identificar grupos de eleitores que podem mudar de posição e ajustar estratégias de comunicação até o dia da votação.






