
Colisão traseira entre Ford Fusion e VW Gol na BR-116, em Mandirituba (Foto: Instagram)
Um vídeo divulgado neste domingo (11) mostra uma colisão traseira brutal na BR-116, em Mandirituba, na Região Metropolitana de Curitiba. No encontro entre um Ford Fusion e um Volkswagen Gol, este último foi completamente tomado pelas chamas, e seu condutor não resistiu, morrendo carbonizado no local. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, o motorista do Fusion fugiu da cena, mas acabou detido na madrugada deste domingo.
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Segundo a PRF, o acidente ocorreu por volta das 22h30 de sábado (10), no quilômetro 141 da rodovia. As câmeras de monitoramento registraram o exato momento em que o Fusion se chocou violentamente contra a traseira do Gol, provocando o incêndio imediato do veículo menor. A vítima estava sozinha e morreu antes de qualquer possibilidade de resgate.
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A PRF ainda informou que o Ford Fusion transitava em alta velocidade no momento da colisão, o que pode ter contribuído para a gravidade do choque e para o início rápido das chamas. As imagens capturadas pelas câmeras serão analisadas pela corporação para identificar eventuais infrações de trânsito e a dinâmica exata do impacto.
Cinco ocupantes estavam no Fusion. Três passageiros permaneceram no local do acidente e foram atendidos pela equipe de resgate, apresentando apenas ferimentos leves. Todos foram levados ao hospital local, onde receberam atendimento e foram liberados sem necessidade de internação prolongada.
A fuga do motorista e de outro ocupante mobilizou as equipes da PRF, que iniciaram buscas nas imediações. O condutor, de 31 anos, foi localizado por volta das 0h20 deste domingo e conduzido à delegacia de Mandirituba, onde foi autuado. A localização do segundo passageiro que deixou o veículo após a colisão ainda não foi confirmada pelas autoridades.
Testemunhas que presenciaram o acidente relataram que o homem à frente do volante do Fusion aparentava estar sob efeito de álcool. A PRF confirmou que ele se recusou a realizar o teste do bafômetro no local. Mesmo com a recusa, a corporação aguarda outras provas periciais para avaliar o real grau de embriaguez e sua influência no acidente.
O conjunto de imagens e depoimentos já integra o inquérito aberto pela Polícia Rodoviária Federal, que agora busca elucidar as circunstâncias exatas do acidente, apontar as responsabilidades e determinar se houve outros fatores contribuintes. Além de apurar a causa do incêndio e a sequência de ações que levaram à fuga, a investigação também analisará eventuais infrações administrativas e penais.






