Alunos passam mal após comer bolo trazido por mãe em escola de SP; polícia pede perícia

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Viatura da Polícia Militar em frente à escola após suspeita de intoxicação alimentar (Foto: Instagram)

Um grupo de alunos de uma escola estadual na zona leste de São Paulo passou mal na quarta-feira (07) após consumir um bolo trazido pela mãe de um dos estudantes. As crianças, todas com cerca de 10 anos, apresentaram fortes dores abdominais e mal-estar ainda no período escolar. Com o agravamento dos sintomas, a direção acionou uma Unidade Básica de Saúde (UBS) da região, onde cerca de dez alunos receberam atendimento emergencial, segundo informações preliminares da Polícia Militar.

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O episódio ocorreu na Escola Professora Cristina de Castro Paes. A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, por meio da Unidade Regional de Ensino Leste 2, afirmou que lamenta o ocorrido e confirmou indícios de intoxicação alimentar entre os estudantes. De acordo com o órgão, o estado de saúde das crianças é estável e não há previsão de complicações graves. A instituição reforçou seu compromisso com protocolos de segurança alimentar em eventos e lanches compartilhados.

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Em seguida, a equipe gestora registrou um Boletim de Ocorrência (BO) e encaminhou uma amostra do bolo para perícia, visando identificar possíveis agentes contaminantes ou substâncias nocivas. As investigações envolvem análise laboratorial para determinar a causa exata da intoxicação. Enquanto aguardam o resultado dos exames, a direção permaneceu à disposição das famílias e das autoridades competentes para prestar esclarecimentos adicionais e orientar sobre medidas de prevenção.

A Polícia Militar, acionada pela escola, prestou suporte inicial às vítimas. Entre os atendidos estavam duas filhas da mulher que levou o bolo ao colégio; a mãe, cuja identidade não foi divulgada, foi conduzida ao 63º Distrito Policial (Vila Jacuí) para depoimento. Além disso, a corporação solicitou a realização de perícia no próprio local do incidente para coleta de vestígios e investigação precisa dos fatos.

Até o momento, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo não se pronunciou oficialmente sobre o caso. Fontes informam que, após a liberação do laudo pericial, as autoridades poderão identificar se houve negligência, imprudência ou dolo na preparação ou no transporte do alimento. A comunidade escolar aguarda novos desdobramentos e orientações sobre procedimentos de segurança alimentar em instituições de ensino.