Daniella Marques afirma ter 100 profissionais prontos para atuar em possível gestão de Flávio Bolsonaro

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Daniella Marques em entrevista ao Podcast da Bispa Sônia (Foto: Instagram)

Daniella Marques, ex-presidente da Caixa e atual coordenadora da área econômica da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), revelou ter reunido uma lista com 100 nomes de profissionais que se dispõem a integrar uma eventual gestão do senador. Segundo ela, esses colaboradores foram escolhidos por sua experiência de mercado e pelo desejo de contribuir para um projeto de nação que deixe um legado positivo no Brasil.

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Em entrevista ao Podcast da bispa Sônia, uma das fundadoras da igreja evangélica Renascer, Daniella destacou que não pretende ocupar cargos apenas por prestígio ou títulos, mas sim servir efetivamente. “Você não vai precisar me chamar de ‘ministra’ ou de ‘presidente’. Pode me chamar de ‘Dani’, porque eu volto para ser funcionária, para atender ao Brasil com humildade”, afirmou durante a conversa.

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De acordo com Daniella, os 100 profissionais listados já têm trajetórias consolidadas no setor financeiro e em outras áreas de mercado. Eles estariam motivados pela perspectiva de ajudar a formular e implementar políticas públicas capazes de gerar desenvolvimento econômico e social, alinhadas a um modelo de crescimento sustentável para o país.

A ex-chefe da Caixa ressaltou que muitos desses especialistas já alcançaram realizações financeiras individuais e, agora, buscam retribuir ao país por meio de seu trabalho. “O Brasil é rico demais para dar errado”, declarou ela, ressaltando a convicção de que, com os talentos certos, é possível promover transformações profundas. A bispa Sônia encerrou o trecho com um breve “Em nome de Jesus”, em referência ao compromisso de fé.

Durante o diálogo, Daniella também fez uma série de acenos ao público evangélico, afirmando sua identidade cristã e relacionando aspectos da prosperidade bíblica ao seu projeto político. Ela voltou a defender a ideia de papéis distintos entre homens e mulheres, dizendo que “mulher é mulher e homem é homem”, e reforçou que valores familiares e espirituais devem nortear ações de governo.