Trump afirma que exigirá reembolso de países pelo fornecimento de petróleo em Ormuz e projeta nova queda nos preços

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Fumaça densa sobre área desértica próxima ao Estreito de Ormuz após retomada parcial do fluxo de petróleo. (Foto: Instagram)

O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou em 14 de setembro de 2026 que o petróleo voltou a fluir pelo Estreito de Ormuz e que as nações beneficiadas devem ressarcir Washington pelos custos provocados pelo conflito com o Irã. Em publicações na plataforma Truth Social, ele criticou a ausência de apoio de diversos países e ressaltou que os EUA agiram “muito mais pelos outros do que por nós mesmos”.

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Na mesma rede social, Trump afirmou que “os países do mundo, que não nos ajudaram em absolutamente nada, deveriam e vão reembolsar os Estados Unidos quando essa farsa de guerra acabar”. Ele ainda atribuiu ao governo do ex-presidente Joe Biden a responsabilidade pela alta dos preços internos de combustíveis, embora tenha reconhecido uma queda “forte” recente nos valores, com exceção temporária do petróleo.

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Trump garantiu que, assim que o conflito militar com Teerã for concluído, o valor do barril de petróleo “vai cair como uma pedra” e que isso ocorrerá em breve. Segundo ele, os mercados experimentariam uma queda acentuada nos preços do ouro negro imediatamente após qualquer desentendimento ser resolvido.

Em postagem anterior, o republicano também afirmou que a elevação dos preços do diesel nos EUA resultou “principalmente” da guerra entre Rússia e Ucrânia, e não da ação militar americana contra o Irã. Para Trump, essa distinção é fundamental para justificar as políticas energéticas de seu governo em comparação à administração Biden.

O ex-presidente insistiu que, durante sua gestão, o dólar do petróleo alcançou valores menores do que os verificados sob a presidência de Joe Biden e defendeu a postura dura dos EUA contra o programa nuclear iraniano, assegurando que Washington impediu Teerã de obter capacidade de desenvolver armas atômicas.

Pela manhã, o secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, mostrou-se otimista quanto ao aumento dos fluxos de petróleo pelo Estreito de Ormuz nas próximas semanas. Entretanto, o dirigente alertou que os reparos em um oleoduto saudita atingido por ataques demandarão semanas, prejudicando a rota pelo Mar Vermelho e reforçando a importância estratégica de Ormuz no comércio global de energia.