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Homem que rodou 2 mil km para matar ex invadiu casa com cópia da chave

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Homem viaja 1.900 km e comete feminicídio no Paraná (Foto: Instagram)

Um homem de 28 anos, preso em flagrante por feminicídio no Paraná, confessou ter viajado quase 2 mil quilômetros para assassinar a ex-companheira dentro da própria residência. Segundo a Polícia Civil, ele usou uma cópia da chave do imóvel e atacou a mulher durante a madrugada, quando ela dormia. A vítima, identificada como Thainara Cavalcante, também de 28 anos, não teve chance de reação diante dos golpes de faca.
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O suspeito, identificado como Natan de Souza Brito, partiu de Luís Eduardo Magalhães, cidade no oeste da Bahia, em direção a Terra Roxa, no oeste do Paraná. A viagem, de cerca de 1.900 quilômetros, foi feita de carro e durou dois dias. Ele justificou a longa jornada afirmando que não aceitava o término do relacionamento. Segundo o depoimento prestado, o fato de a ex-companheira ter começado um novo namoro o teria levado a planejar o crime.
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De acordo com as investigações, Natan já possuía uma cópia da chave da casa da vítima, fornecida por ela em momento anterior à separação. Na madrugada em que cometeu o feminicídio, ele escalou o muro do imóvel e utilizou a chave para entrar sem levantar suspeitas. Após adentrar a residência, dirigiu-se ao quarto onde Thainara dormia e desferiu múltiplos golpes de faca, ocasionando lesões fatais. O crime foi descoberto quando vizinhos, alertados pelos gritos, acionaram a polícia e encontraram o corpo dela caído no chão.

Logo depois de praticar o assassinato, o autor fugiu para Toledo, outra cidade da mesma região. Na delegacia local, confessou o crime e revelou detalhes do percurso e de seu planejamento. Segundo a polícia, ele tomou banho, trocou de roupa e somente então se apresentou às autoridades, sem manter resistência no momento da prisão. O delegado responsável pelo caso destacou a frieza do crime e a gravidade do ato motivado por ciúmes.

Natan de Souza Brito segue detido na carceragem da unidade policial, onde aguarda a conclusão do inquérito. O crime foi registrado como feminicídio, qualificando-o como hediondo segundo a legislação brasileira. A Polícia Civil do Paraná continua investigando possíveis omissões de vizinhos ou falhas no registro de queixa anterior, além de aguardar laudos periciais e depoimentos de testemunhas para encaminhar o processo ao Ministério Público.

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