Uma descoberta recente no Monte Everest está chamando a atenção de cientistas e levantando preocupações sobre o futuro do lugar mais alto do planeta. Pesquisas revelaram que até mesmo as regiões mais extremas da montanha já apresentam sinais claros de impacto humano, incluindo partículas microscópicas e microrganismos que conseguem sobreviver em condições extremas. O achado surpreendeu especialistas, que acreditavam que o ambiente fosse praticamente intocado.
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Entre os elementos encontrados estão microplásticos e micróbios deixados por alpinistas, que podem permanecer congelados no solo por décadas ou até séculos. Esses vestígios invisíveis indicam que a presença humana deixou marcas profundas mesmo em altitudes extremas, mostrando que nenhuma parte do planeta está completamente isolada da poluição moderna.
Os cientistas explicam que esses organismos podem ficar dormentes no gelo e no solo, resistindo ao frio intenso e à radiação solar. Embora muitos não representem perigo imediato, a descoberta levanta dúvidas sobre possíveis impactos ambientais futuros e até sobre o comportamento desses microrganismos caso o clima continue mudando.
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A revelação reforça um alerta preocupante: o Everest, símbolo máximo da natureza selvagem, está se transformando rapidamente sob influência humana. Para especialistas, a montanha virou uma espécie de laboratório natural que mostra como até os lugares mais remotos do planeta já sofrem com a presença humana.
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