Treze empresas brasileiras conhecidas chegaram a perder mais de 80% do valor de suas ações na B3 desde janeiro de 2023, e algumas praticamente viram seus papéis desaparecerem. O caso mais extremo é o da Sequoia Logística, que despencou impressionantes 99,99%, passando de R$ 586 para apenas R$ 0,07.
++Médicos acham que homem tem câncer no pulmão, mas descobrem objeto que estava lá havia décadas
Na sequência aparecem Gafisa (-99,92%), Azul (-99,91%), Gol (-99,85%), Americanas (-99,46%), Casas Bahia (-99,41%) e Ambipar (-99,21%). Também integram a lista Infracommerce, com queda de 97,17%; Viveo, com 95,44%; Oi, com 94,12%; Raízen, com 93,50%; PDG Realty, com 91,33%; e Marisa, com recuo de 88,64%.
Apesar das histórias diferentes, existe um ponto em comum entre várias delas: endividamento elevado em um cenário de juros altos. O custo maior para renovar dívidas e conseguir novos recursos aumentou a pressão sobre empresas que já enfrentavam dificuldades. Americanas sofreu ainda com a revelação de inconsistências contábeis; Sequoia enfrentou problemas após uma expansão acelerada; enquanto Azul e Gol foram fortemente afetadas pelo endividamento e pelos efeitos da pandemia.
++Mulher conviveu por anos com fortes enxaquecas até descobrir o que estava crescendo em seu cérebro
Para continuar de pé, diversas companhias precisaram recorrer a recuperações judiciais ou extrajudiciais, renegociar dívidas e realizar aumentos de capital. Em alguns casos, as empresas conseguiram sobreviver, mas os antigos acionistas pagaram uma conta pesada, com forte diluição e destruição de valor. Entre os casos mais emblemáticos estão a Oi, que teve a falência mantida pela Justiça, e a Gol, que deixou de ter suas ações negociadas na B3 em março de 2026.














