Camila Queiroz compartilhou nesta terça-feira (07), que decidiu armazenar as células-tronco da filha, Clara, fruto do casamento com Klebber Toledo, de 40 anos. Segundo a atriz, a coleta foi realizada no momento do parto, a partir do sangue e do tecido do cordão umbilical, após pesquisas e conversas com a obstetra que acompanhou a gestação.
Ao explicar a decisão, Camila contou que o assunto despertava seu interesse antes mesmo da gravidez. “Desde antes de eu engravidar, quando eu só desejava ser mãe, eu sempre consumi todos esses conteúdos. Então, eu assistia a vídeos de relato de parto, de bolsa maternidade, dicas de como cuidar de uma criança. Enfim, hoje eu continuo assistindo, continuo gostando muito, claro que com um outro olhar”, afirmou.
A atriz disse que buscou informações sobre o procedimento durante a gestação e conversou diversas vezes com sua médica. “Eu perguntei muitas vezes para a minha obstetra, fui atrás, me informei pra caramba, e ela sempre me dava respostas muito otimistas, muito positivas, inclusive sobre estudos que ainda continuam acontecendo. Então, hoje, a gente já tem milhares de transplantes que foram realizados e diversas aplicações das células-tronco. E essas pesquisas, como eu falei, ainda continuam sendo feitas, e isso só reforça o potencial da coleta das células-tronco”, declarou.
Camila também incentivou outros pais a pesquisarem sobre o tema antes de tomarem uma decisão. “Para nós, foi uma escolha muito consciente, muito pensada e pensando principalmente no futuro da Clara. Mamães e papais que estão agora nesse momento de tomar essa decisão, deem uma pesquisada, perguntem para a obstetra de vocês, se informem mais”, disse.
Ao falar sobre o parto, a atriz explicou como foi realizada a coleta. “Meu parto foi bem tarde da noite, entrando na madrugada, e eles estavam lá rapidinho. Foi uma coleta feita no parto, de forma muito rápida”, contou.
Segundo Camila, o material é retirado do sangue e do tecido do cordão umbilical, que normalmente seria descartado. “É um processo muito simples, muito seguro, não tem risco nenhum nem para a mamãe, nem para o bebê. Eu praticamente nem vi a pessoa fazendo essa coleta”, completou.
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