Um pedido apresentado recentemente à Justiça pode ter impacto direto no andamento de uma briga na Justiça envolvendo uma estilista, Anitta e a C&A.
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Segundo informações da coluna Fábia Oliveir, do portal Metrópoles, Lucia Helena da Silva e sua marca, a Ropahrara Moda Exótica, processaram as rés, acusando-as de violação de direitos autorais. A estilista sustenta que a cantora usou peças desenhadas e comercializadas pela marca em videoclipes famosos.
No último dia 1º de junho, um pedido de intervenção no processo, para o ingresso de um amicus curiae, um terceiro, que ingressa na ação para auxiliar e contribuir com a análise do tribunal.
Sem possuir interesse na causa, o interventor é escolhido por conta de sua experiência e contato com algum fato importante no imbróglio. Na disputa em questão, o pedido de foi apresentado pela Educafro Brasil, cuja instituição se apresenta como entidade atuante na promoção de igualdade racial e combate ao racismo à desigualdade.
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A entidade sustenta, em seu pedido, que pode contribuir para a controvérsia envolvendo a cantora, que diz ter considerável repercussão social e racial, garantindo, ainda que poderá apresentar ao tribunal elementos acadêmicos e históricos determinantes para compreensão do embate.
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