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Produtora desativa redes sociais após encontrarem corpos de funcionários em cemitério clandestino

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Viatura da Polícia Civil em frente ao DHPP, em São Paulo (Foto: Instagram)

Nesta terça-feira (26), surgiram novidades no caso dos três colaboradores da DK Produções encontrados mortos em um cemitério clandestino. Após a repercussão das informações, internautas notaram que o perfil oficial da produtora de funk no Instagram foi tirado do ar sem explicações.

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De acordo com investigações iniciais, os corpos foram achados em meio a uma área de mata próxima à comunidade de Heliópolis, na zona sul de São Paulo. A Polícia Civil está à frente das apurações e busca elucidar todas as circunstâncias que levaram às mortes.

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O encontro das vítimas ocorreu durante patrulhamento de rotina da Guarda Civil Metropolitana, que percebeu sinais de terra remexida e vegetação cortada recentemente. As condições do terreno chamaram a atenção dos agentes e motivaram uma averiguação mais detalhada.

No local, os guardas encontraram três covas rasas, onde estavam os corpos amarrados e enrolados em cobertores. A perícia foi acionada para examinar os restos mortais e a Polícia Civil aguarda os laudos oficiais para confirmar a identidade das vítimas.

Fontes informais indicam que os três homens trabalhavam para a DK Produções, empresa atuante no cenário do funk paulista, responsável por shows e gravações de artistas como MC Mirella e Tati Zaqui.

Poucas horas depois de as primeiras reportagens sobre o crime circularem, usuários constataram que a conta da produtora no Instagram havia desaparecido. Esse fato alimentou especulações nas redes sociais, mas a DK Produções ainda não emitiu qualquer posicionamento oficial.

Testemunhas ouvidas sem formalidade sugerem possível envolvimento do chamado “Tribunal do Crime”, prática atribuída a facções criminosas. A polícia, porém, trata essa linha de investigação com cautela, considerando outras motivações em aberto.

O caso está sob responsabilidade do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) de São Paulo. Até o momento, nenhum suspeito foi detido, e as diligências continuam em andamento para elucidar o crime.

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