Ratinho sofreu seu primeiro revés em uma ação na Justiça contra a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP), onde havia apresentado uma interpelação criminal após falas feitas por ela.
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O caso teve início após uma publicação da parlamentar no X (antigo Twitter), afirmando que notícias em 2016 reportavam que o famoso “submetia pessoas à escravidão em suas fazendas no Paraná”. A psolista disse, também, que faria denúncias “contra um escândalo” envolvendo um de seus filhos e o crime de estupro de vulnerável.
Após a publicação, Ratinho apresentou ao Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDF) sua interpelação. A peça é, em resumo, um pedido formal de explicações em juízo à política. Ratinho afirmou que o pedido era uma preparação para, posteriormente, apresentar uma queixa-crime contra Erika Hilton por crimes contra sua honra.
O Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT), por sua vez, se manifestou contra o pedido formulado por Ratinho. O promotor de Justiça Leonardo Carneiro Britto afirmou que o apresentador extrapolou os objetivos da interpelação.
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Ele apontou que o instrumento serve para casos que contenham expressões nebulosas, ambíguas ou vagas que possam sugerir a prática de delito contra a honra. O profissional sustentou estar evidente que o contratado do SBT compreendeu integralmente as falas de Erika Hilton, afirmando, categoricamente, que são criminosas.
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