
Thainara Cavalcante, 28, assassinada pelo ex-namorado em Terra Roxa (PR) (Foto: Instagram)
Uma mulher de 28 anos foi assassinada a facadas pelo ex-namorado na madrugada de quinta-feira (14) em Terra Roxa, no oeste do Paraná. Identificada como Thainara Cavalcante, ela foi surpreendida quando o suspeito chegou ao local vindo da Bahia com o propósito de matá-la após descobrir seu novo relacionamento.
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Conforme a Polícia Civil do Paraná (PCPR), o homem percorreu aproximadamente 2 mil quilômetros desde a Bahia para o Paraná. Ao monitorar as redes sociais da ex-companheira, ele descobriu que Thainara mantinha um novo relacionamento e, com base nisso, planejou a viagem que culminou no crime.
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O romance entre Thainara e o suspeito começou quando ele ainda residia em Terra Roxa. Com o tempo, ela decidiu pôr fim ao namoro por considerar o convívio abusivo. Após o término, o homem retornou ao estado da Bahia, de onde saiu posteriormente para consumar o ataque.
Segundo a PCPR, o suspeito passou a vigiar as redes sociais da ex-namorada usando um perfil falso. Foi por meio de fotos publicadas no Instagram, mostrando Thainara ao lado de outro homem, que ele descobriu a nova união e decidiu retomar contato de forma violenta.
Já no Paraná, o homem invadiu a casa da vítima. Ele teria escalado o muro da residência e utilizado uma cópia da chave para entrar no imóvel. Dentro da casa, iniciou uma discussão com Thainara antes de desferir os golpes de faca.
Durante a briga, o ex-namorado atacou Thainara repetidas vezes com uma faca, provocando ferimentos fatais. Ainda segundo a investigação, ele deixou o local logo após cometer o crime, mas retornou voluntariamente à Delegacia de Polícia em Toledo.
Em depoimento, o suspeito confessou ter cometido o feminicídio. "Ele deixou o local e, posteriormente, compareceu de forma espontânea à Delegacia de Polícia em Toledo, onde confessou o ocorrido", afirmou o delegado Pedro Lucena.
O homem foi preso em flagrante por feminicídio e encaminhado ao sistema penitenciário, onde permanece à disposição da Justiça. A PCPR segue investigando o caso para apurar eventuais envolvimentos adicionais.


