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Filha de Virginia Fonseca surge de uniforme escolar após decisão do Conselho Tutelar

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Maria Flor exibe uniforme escolar em registro de Poliana Rocha em meio a apuração do Conselho Tutelar (Foto: Instagram)

Em meio à investigação aberta pelo Conselho Tutelar de Goiânia sobre a frequência escolar das filhas de Virginia Fonseca e Zé Felipe, a avó paterna, empresária Poliana Rocha, publicou um registro da pequena Maria Flor vestindo o uniforme da escola. O caso ganhou força após inúmeras faltas das duas crianças, atribuídas às viagens internacionais dos pais. Nas redes, a imagem repercutiu em um contexto já marcado por questionamentos sobre a educação das meninas.

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Na foto compartilhada nos Stories, Maria Flor, de três anos, aparece com o uniforme escolar, enquanto a irmã mais velha, Maria Alice, de quatro, veste roupas comuns. As duas brincam em uma cama elástica, razão pela qual o clique ganhou destaque entre seguidores. Na legenda, Poliana Rocha celebrou a chegada das netas com presentes: “Mariazinha e José ganharam fantasia!!! E a Flor, essa bebê reborn que ela está encantada”, completou a matriarca, ilustrando o post com um coração rosa.

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Segundo informação do portal Metrópoles, o Conselho Tutelar notificou oficialmente a instituição de ensino das crianças para que apresente, em até sete dias, um relatório detalhado sobre a assiduidade de Maria Alice e Maria Flor. Além das datas em que as alunas tiveram faltas, a escola deve encaminhar as justificativas apresentadas pelas responsáveis e esclarecer o motivo das ausências durante as viagens ao exterior.

A notificação também exige que a direção escolar explique quais estratégias pedagógicas foram adotadas para alinhar os conteúdos lecionados às filhas de Virginia e Zé Felipe, garantindo que o desenvolvimento acadêmico de ambas não seja prejudicado pelas ausências prolongadas. A medida busca assegurar que as estudantes recebam o suporte necessário para acompanhar o cronograma regular de aulas.

A investigação do Conselho Tutelar baseia-se no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que estabelece o direito à educação e determina obrigações às instituições de ensino no controle da frequência escolar. Conforme a norma, escolas devem monitorar presença dos alunos e comunicar o órgão em caso de faltas reiteradas sem justificativa, com o objetivo de promover o acesso efetivo à educação básica.

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