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Suspeito de matar namorada ligou para padrasto e admitiu ter ‘feito uma besteira’

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Feminicídio e suicídio chocam Luís Eduardo Magalhães (Foto: Instagram)

Na quarta-feira (8), em Luís Eduardo Magalhães, na Bahia, o principal suspeito de matar a namorada de 16 anos entrou em contato com o próprio padrasto e reconheceu que havia “feito uma besteira” antes de tirar a vida da adolescente. Tayna Maria da Silva foi encontrada sem vida dentro da casa com perfurações por faca, queimaduras pelo corpo e o cabelo cortado. Pouco depois, Cleverton Silva Machado, de 18 anos, também foi achado morto no mesmo imóvel, configurando um duplo desfecho trágico.

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De acordo com a Polícia Militar e informações colhidas pela TV Oeste, afiliada da Rede Bahia, o padrasto de Cleverton recebeu a ligação e, temendo o pior, deslocou-se até o endereço indicado pelo jovem. No local, encontrou o enteado já sem vida perto da porta lateral. Ao adentrar a residência, deparou-se com Tayna caída na cozinha, com sinais evidentes de violência, e imediatamente acionou as equipes policiais.

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A Polícia Civil classificou o caso como feminicídio e iniciou investigações para apurar todas as circunstâncias que culminaram nas mortes. Os corpos de Tayna e de Cleverton foram removidos ao Instituto Médico Legal (IML) local, onde passaram por necropsia para comprovar as causas e reunir evidências técnicas. O sepultamento de Tayna está agendado para quinta-feira (9), às 14h30, no cemitério Jardim da Saudade, em Luís Eduardo Magalhães. Até o momento não há informação oficial sobre o enterro de Cleverton.

Em relatos à TV Oeste, a irmã da vítima, Nathália, disse que Tayna havia decidido terminar o relacionamento dias antes do crime e recolhido seus pertences da casa em que moravam. No dia anterior ao homicídio, ela participou do aniversário da mãe. Cleverton, inconformado, convidou a jovem para um lanche e, depois, levou-a de volta à sua residência, onde aconteceu o crime. Nathália contou que o suspeito declarava ciúmes extremos e dizia que, “se ela não fosse dele, não seria de mais ninguém”. Vizinhos teriam escutado gritos em outras ocasiões, mas não acionaram a polícia. A investigação da Polícia Civil segue em curso para esclarecer todos os detalhes do crime.

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