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Soldado é morto por colega com tiro no peito em quartel do Ibirapuera, SP

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Formatura do 8º Batalhão de Polícia do Exército no quartel de Ibirapuera permanece em choque após o disparo fatal (Foto: Instagram)

Na noite de quarta-feira (8), o soldado Antonio Henrique dos Santos Sousa foi atingido por um disparo no peito dentro de um quartel do Exército Brasileiro localizado na região do Ibirapuera, na Zona Sul de São Paulo. O militar, integrante do 8º Batalhão de Polícia do Exército (8º BPE), chegou a receber atendimento imediato de colegas e do comandante da unidade, porém não resistiu ao ferimento. O quartel, situado próximo ao Parque do Ibirapuera, abriga militares escalados em regime de revezamento e permaneceu em choque após o episódio.
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Conforme relatório do Comando Militar do Sudeste (CMSE), o disparo aconteceu por volta das 20h, no alojamento do batalhão. Testemunhas informaram que o tiro teria partido da arma padrão da corporação, que estava sob a guarda regular do suspeito. Após o incidente, colegas acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que chegou rapidamente ao local, mas não conseguiu reverter a hemorragia do soldado Antonio Henrique. A corporação instaurou sindicância para apurar possíveis falhas no protocolo de armazenamento de armamento.
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O 8º BPE, responsável pelo policiamento militar e apoio a operações de segurança pública na capital, restringiu o acesso às instalações para garantir a preservação de vestígios e a coleta de depoimentos. Oficialmente, o batalhão destacou que não havia presença de civis no momento do disparo, mas manteve os corredores e alas próximas ao alojamento interditados por várias horas. Técnicos da perícia também foram deslocados para identificar a trajetória do projétil e instruir a investigação interna.

Athirson do Nascimento Reis, soldado colega de Antonio Henrique, foi detido em flagrante pela própria guarnição e apontado como principal suspeito do crime. Segundo comunicado do Exército, Reis e a vítima ingressaram na corporação em 2025, cumprindo serviço obrigatório, e não há registro prévio de conflitos entre eles. A motivação do disparo ainda permanece sob sigilo, à medida que as autoridades militares recolhem documentos e depoimentos para esclarecer a dinâmica do ocorrido.

Em nota oficial, o Comando Militar reforçou o apoio à família de Antonio Henrique, oferecendo assistência psicológica, social e jurídica neste momento de luto. “O CMSE presta as mais sinceras condolências, lamentando profundamente o ocorrido e informa que está fornecendo todo o apoio à família neste momento de luto. Todas as medidas administrativas para a elucidação dos fatos foram tomadas e o caso já foi comunicado ao Ministério Público Militar e à Justiça Militar”, afirmou o comunicado.

O processo foi encaminhado à Justiça Militar e ao Ministério Público Militar, que acompanharão a apuração conduzida pelo Exército em parceria com a Polícia Militar. Parentes do soldado morto foram convocados para prestar depoimento e receber orientações formais, enquanto Athirson do Nascimento Reis permanece sob custódia militar até o desfecho do inquérito. A corporação mantém reforço nos protocolos de segurança interna e revisão de normas de manuseio de armamento.

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