A creatina, suplemento amplamente consumido por jovens em busca de ganho muscular e melhor desempenho físico, está deixando de ser vista apenas como uma aliada da estética. Especialistas vêm levantando alertas sobre o uso indiscriminado da substância, que pode trazer riscos à saúde quando consumida sem orientação adequada. O que antes era tratado como tendência fitness agora começa a ser encarado com mais cautela.
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O principal ponto de preocupação gira em torno do impacto da creatina nos rins e no fígado. Embora estudos apontem que o uso controlado pode ser seguro, o consumo exagerado ou contínuo, especialmente sem acompanhamento profissional, pode sobrecarregar o organismo. Em alguns casos, isso pode levar a complicações que passam despercebidas até atingirem níveis mais graves.
Outro fator que preocupa é a falsa sensação de segurança. Por ser facilmente encontrada e amplamente divulgada nas redes sociais, muitos jovens acreditam que a creatina é inofensiva. Esse comportamento tem incentivado o uso sem critérios, ignorando diferenças individuais, histórico de saúde e a real necessidade do suplemento.
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Diante desse cenário, especialistas reforçam a importância de orientação médica ou nutricional antes de iniciar qualquer suplementação. A creatina pode até trazer benefícios, mas seu uso irresponsável pode transformar um aliado em um risco oculto — uma verdadeira “bomba-relógio” para o corpo.

