Um relatório divulgado pela Casa Branca, nesta última quarta-feira (1), destacou o Pix como um sistema prejudicial às gigantes de cartão de crédito, como Visa e Mastercard.
“O Banco Central criou e regula o Pix; stakeholders dos EUA temem que o BC [Banco Central] dê tratamento preferencial ao sistema, prejudicando fornecedores americanos de serviços de pagamentos eletrônicos. O uso do Pix é obrigatório para instituições com mais de 500.000 contas”, declararam.
O texto também traz críticas ao Projeto de Lei (PL) das plataformas de internet (big techs), a taxas de importação e à comercialização na Rua 25 de Março. O relatório entra em sua reta final nos próximos meses e pode resultar em tarifas específicas contra produtos brasileiros.
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Para usar o Pix como pagamento à vista, as pessoas físicas e Microempreendedores Individuais (MEIs) não pagam tarifas ou taxas adicionais. Já as empresas (pessoa jurídicas) pagam um percentual muito abaixo dos cartões – em média de 0,33% do valor da transação e, dependendo do banco podem ser isentas porque a cobrança é opcional. Uma transação via cartão de débito custa ao comerciante em média entre 1,23% e 2% e o de crédito entre 3% e 5%.
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