Uma nova variante do SARS-CoV-2, vírus da Covid-19, foi registrada em 23 países e passou a chamar a atenção de autoridades de saúde.
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A linhagem, denominada BA.3.2, apresenta maior capacidade de escapar da ação de anticorpos quando comparada às variantes atualmente predominantes, como JN.1 e LP.8.1. A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que não há indícios, até o momento, de que a nova cepa cause quadros mais severos ou comprometa a proteção contra formas graves da doença.
O primeiro registro da BA.3.2 ocorreu na África do Sul, em novembro de 2024, a partir de uma amostra coletada por swab nasal de uma criança de 5 anos. Entre novembro de 2025 e janeiro de 2026, a presença da BA.3.2 aumentou de forma significativa em países europeus, chegando a cerca de 30% das amostras analisadas na Dinamarca, Alemanha e Holanda.
No campo genético, a BA.3.2 apresenta entre 70 e 75 alterações na proteína Spike em comparação com a JN.1 e sua sublinhagem LP.8.1. Essa proteína é essencial para a entrada do vírus nas células humanas. Atualmente, a JN.1 é a base das vacinas em uso, enquanto a OMS e a Anvisa já recomendaram que futuras versões dos imunizantes sejam ajustadas para a LP.8.1.
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