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Antes da operação na casa de Bia Miranda, Gato Preto emite alerta nas redes sociais

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Bia Miranda e Samuel Sant’Anna (Gato Preto) em imagem divulgada nas redes sociais (Foto: Instagram)

Na noite de 27 de março de 2026, agentes da Polícia Civil do Rio de Janeiro cumpriram mandados de busca e apreensão na residência da influenciadora digital Bia Miranda, que acumula grande número de seguidores em plataformas online. Durante a operação, foram apreendidos bens de luxo, entre joias e objetos de grife, além de cédulas cenográficas usadas em vídeos de promoção de sites de apostas. Conforme apurado, Miranda já estava sob monitoramento policial desde o ano anterior e teve suas contas bancárias bloqueadas por ordem judicial, aguçando ainda mais o interesse da opinião pública após recentes declarações de Gato Preto.

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As investigações foram deflagradas a partir de denúncias anônimas sobre movimentações financeiras atípicas em contas de Bia Miranda e sua possível ligação com organizações criminosas que exploram jogos de azar. Durante a ação, policiais recolheram joias raras, um veículo de luxo avaliado em centenas de milhares de reais, diversos aparelhos eletrônicos, como celulares, notebooks e HDs externos, além de uma grande quantidade de cédulas cenográficas. Todo o material foi encaminhado para perícia e integra agora o inquérito que apura crimes de lavagem de dinheiro e financiamento de quadrilha.

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Em depoimento à Polícia Civil, Bia Miranda admitiu que utilizava as cédulas cenográficas para simular ganhos em transmissões ao vivo e em postagens no Instagram, com o objetivo de impressionar o público e atrair novos apostadores para plataformas de jogos de azar. Ela explicou que a estratégia consistia em exibir pilhas de notas e objetos de luxo para criar a impressão de lucro fácil e rápido. A defesa da influenciadora, por sua vez, alega que se tratava apenas de conteúdo de entretenimento e reforça que não houve desvio de recursos.

Poucas horas antes da ação policial, o influenciador Samuel Sant’Anna, conhecido como Gato Preto, compartilhou nas redes sociais uma série de publicações que antecipavam possíveis transtornos envolvendo sua ex-namorada. Nas postagens, ele ressaltou episódios vivenciados durante sua estadia no Rio de Janeiro, sugerindo que o sistema de segurança fluminense poderia agir de maneira arbitrária e sem previsibilidade, sem aviso prévio a respeito de audiências e intervenções.

Gato Preto recordou situações em que agentes públicos teriam manipulado provas para incriminar, e afirmou que certa vez um policial cobrou R$ 30 mil porque ele apareceu em um vídeo. “Marcaram minha audiência e, no dia, não mandaram nada para me avisar para eu não aparecer. Ano de eleição, ano de Copa, quando vocês trombarem com político não confiem em nada, eles estão metendo o louco mesmo”, escreveu o influenciador, alertando sobre a falta de confiabilidade em autoridades e políticos em períodos estratégicos.

Os relatos de Samuel reacendem questionamentos sobre a conduta das forças de segurança no estado e motivam debate público a respeito da transparência em processos investigativos. Até o momento, nem a Polícia Civil nem representantes do governo estadual se manifestaram oficialmente sobre as denúncias de Gato Preto. A defesa de Bia Miranda informou que está reunindo documentação contábil para comprovar a licitude de suas ações e protocolou recurso para revogação das medidas cautelares que bloqueiam suas contas bancárias. Segundo o escritório, o bloqueio prejudica suas atividades profissionais e afeta diretamente fornecedores e colaboradores. O episódio também reacende discussões sobre a necessidade de regulamentar o marketing de apostas nas redes sociais.

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